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Embarque de café para a Europa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarque de café para a Europa
Embarque de café no Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1895

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Cais Pharoux, Morro do Castelo ao fundo
Região da Saúde, próxima à zona portuária do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
Autoria não identificada
Av. Rio Branco
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930