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Pelourinho
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Pelourinho
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Igreja Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja Nossa Senhora do Carmo
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara - Azulejos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MAAL26429.jpg
Alcântara - Azulejos
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Capela do Desterro - retábulo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Capela do Desterro - retábulo
A capela do Desterro, localizada na parte mais antiga da cidade, teria sido o primeiro templo católico erguido em todo o Estado do Maranhão. Não há informações precisas sobre a data de sua construção, mas sabe-se que inicialmente era uma palhoça bastante simples, perto do mar, e estava fora dos limites urbanos. Em 1641 a cidade e a imagem de Nossa Senhora do Desterro foram destruídas pelas invasões holandesas, e o templo foi reconstruído em 1654. Foi reedificado posteriormente pelo morador José de Lé, agora sob a invocação de São José. Em 1865 a Câmara Municipal pediu que em seu lugar fosse construída uma praça e um mercado, já que a igreja encontrava-se em ruínas, mas felizmente a idéia não levada adiante e já em 1869 o templo estava restaurado. Novamente em ruínas em 1942, a igreja foi restaurada pelo cônego Frederico Pires Chaves e reaberta ao público.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s