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Di Cavalcanti e Marina Montini
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Di Cavalcanti e Marina Montini
O pintor Emiliano Di Cavalcanti nasceu no Rio de Janeiro em 1897, na casa do abolicionista José do Patrocínio, que era casado com uma de suas tias. Quando seu pai morreu, em 1914, se viu obrigado a trabalhar e começa assim a fazer ilustrações para a revista Fon-fon. Em 1917 vai para São Paulo, onde começa o curso de Direito na faculdade do Largo de São Francisco. Nessa época ele começa a pintar, mas continua a fazer ilustrações. Foi um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922. Depois de uma temporada em Paris e exposição de suas obras em diversas cidades européias, retorna ao Brasil e ingressa no Partido Comunista em 1926. Na década de 1930 participa de exposições coletivas e salões nacionais e internacionais de arte. Foi preso pela primeira vez em 1932, durante a Revolução Paulista, e de novo em 1936, agora com sua segunda mulher (a pintora Noêmia Mourão). Libertados por amigos, seguem para Paris e lá permanecem até 1940, às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Di segue expondo sua arte para o mundo, fazendo grande sucesso. Na década de 1970 elege como musa a modelo Marina Montini, retratada em algumas de suas obras. O artista faleceu em outubro de 1976 no Rio de Janeiro.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1966

Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1966