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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Indígena do povo Kayapó em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Indígena do povo Kayapó em estúdio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Kayapó em estúdio
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1882

Série Xingu - Ngrejkrwyt
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Ngrejkrwyt
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Ngrejkrwyt
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Ngrejkrwyt
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Ngrejkrwyt
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Ngrejkrwyt
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Ngrejkrwyt
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Ngrejkrwyt
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Ritual de dança do povo Kayapó - kuben-kran-ken
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Ritual de dança do povo Kayapó - kuben-kran-ken
Os Kayapó, dos quais os Kuben-Kran-Ken são um subgrupo, travaram o primeiro contato com os não-índios apenas no final do século XIX. Os contatos causaram imensas baixas em sua população, sobretudo porque os subgrupos dividiram-se entre aqueles que viam no contato vantagens, e aqueles que queriam evitá-lo a todo custo. O passar do tempo demonstrou, porém, que estes últimos tomaram a decisão acertada, uma vez que os que tentaram contatos com os não-índios morreram rapidamente, principalmente assolados por epidemias. Os que sobraram, portanto, fugiram e resistiram o quanto puderam, ora migrando cada vez mais para o interior do país, ora guerreando bravamente com os intrusos. Mas na década de 1950 foi inevitável o encontro, por conta das diversas missões de especialistas enviadas pelo governo central, que respondia a demandas dos dirigentes políticos locais da Amazônia. Os Kayapó então adotaram novas formas de resistência, tomando conhecimento de seus direitos políticos, lutando no Congresso e angariando apoio internacional, como ocorreu na década de 1980 quando o cantor Sting criou uma ONG para a preservação do território Kayapó e também quando os antropólogos americanos levaram um de seus líderes para os EUA, para denunciar abusos do Estado brasileiro.
José Medeiros
Sul do Pará
1952