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-;-;-;-;Uma cidade nasce às vezes...;-;-;-;Menino de pé descalço...;-;-;-;-;As densas casuarinas...;-;-;-;Anotações sobre o heroismo;Sempre houve...;-;-;-;-;História nova;-;-;-;Soneto de uma rima só;-;Olavo Bilac e a campanha cívica...;-;-;-;-;-;Après le séjour de M. Geisel (M. Giscard d Estaing a accepté le principe d une visite officielle au Brésil, La presse brésilienne);-;-;-;A próxima semana literária será quase toda ela dedicada ao escritor Otto Lara Resende;-;-;As cores da pátria;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A torcida brasileira;-;-;-;Soneto de substância;-;-;-;Os sete segredos de Curitiba;-;O braço direito: dossiê (D. Matilde cultiva rosas...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;A enfermaria onde nos metemos;-;-;-;Boa noite;-;Entre as dificuldades...;Sonetos de primeira comunhão;-;Línguas de fogo no Pentecostes...;-;-;-;-;Eu ia pela rua quando...;-;-;-;-;-;-;-;-;Ai de ti, Copacabana;-;A boca do inferno;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[O braço direito];Solução britânica;A desgraça inocente;A urna e a cumbuca;Tape-recorder;Texto de Otto Lara Resende;Já uma vez tive ocasião...;-;Canção do ginasta metafísico;Narra relembrando a figura do P. em conversa...;Faz hoje 10 anos...;Giovanni Papini;O braço direito: dossiê (A empregada velha...);A incerta certeza;A incompência bem-vinda...;Valladares [outro nome] ia a pé...;Pernas cruzadas;Nostalgia, essa onda de brutalidade...;Nos primeiros 50 anos, o Brasil...;Euforia e paisagem/Solilóquio chicoalhante;[Entrevista de Luiz Carlos Prestes a Otto Lara Resende];[Clarice Lispector];A arara de luto;A chegada de Tancredo no céu;A fuga para o Brasil;A legalidade democrática;A morte de Alceu Amoroso Lima;A obra;A voz do dono;Ad Immortalitatem;Alguns leitores de ponta;Asma e literatura;Autógrafos;Braga, um recado de primavera;Burguesia e liberalismo;Chers lecteurs...;Tour Eiffel;A procissão;Hesse e a salvação pelo humorismo;Poemas e peidos
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A legalidade democrática
Discurso
Miguel Seabra Fagundes
Rio de Janeiro
15 de junho de 1970

-;-;Desentranhar das entrevistas, jornalisticamente...;-;-;-;-;Explicação de São Pedro;-;-;-;Como foi a sua convivência com o fenômeno da censura de Estado da imprensa?;-;O braço direito: dossiê (Importante no sentido...);-;-;As pessoas são coisas...;A Academia Brasileira de Letras abre novamente as portas para receber artistas;-;-;-;A cegueira das urnas;Urnas milionárias;-;-;A mentira;Numa conversa vadia com Carlos Drummond...;Edifício: pretensa juventude...;-;-;Levando o país ao caos...;O braço direito: dossiê (Intendentes (vereadores)...);-;-;1. O leitor que me escreve...;-;-;-;Por que não me ufano do meu país;-;-;Soneto da ilha;-;As vítimas ainda estão vivas;Vai-te embora, menina morta;-;-;-;-;-;-;Tripulação do esqueleto [Skeleton crew]...;-;Em que ano saiu...;-;A primavera vai ser cinzenta;-;Aureliano, o prolixo. Isto é de quatro;No país essencialmente agrícola...;-;-;-;-;-;[As andorinhas de Nossa Senhora?];-;-;-;Clinton, Bill apelido...;-;-;-;-;-;-;-;-;Paraísos artificiais. Paradisíaco...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O nó da violência;Machado como burocrata foi também genial;Momento;O sol, que já foi deus na antiguidade...;Seis módulos de um roteiro intelectual;Escrever para os outros...;O braço direito: dossiê (Menino é muito crítico...);Calor seria a favor...;Velha, avó, é a única que tem medo...;Dia chegará em que o dia do Senhor...;Dante Milano [desenho de estrela]...;A força plástica e o vigor cromático de Mário de Andrade;A minoria cristã;A super guerra das emoções;A volta de Proust em nova versão;Aconselho a quem for inteligente;Alemanha ano zero;Apolítica;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCLIII);Biônico, faz favor;A boca do inferno;Borjalo no 4 º Salão do Humor;Bruce Cayne e Maria Baiana;O rei da terra;O poeta protesta contra a natureza
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Biônico, faz favor
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
4 de junho de 1978

Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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General, sapo e rosa
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de novembro de 1977

Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Ilha, crise, união
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de junho de 1976

Estátua do Duque de Caxias
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Estátua do Duque de Caxias
Estátua equestre do Duque de Caxias, de autoria de Rodolfo Bernardelli, inaugurada em 15/08/1889 no Largo do Machado e transferida em 1949 para o Pantheon Duque de Caxias, em frente ao prédio do Ministério da Guerra (hoje Palácio Duque de Caxias), onde atualmente se encontra. Duque de Caxias [Luís Alves de Lima e Silva] (Porto da Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25/08/1803 - Valença, RJ, 07/05/1880): militar e político. Conhecido como "O Pacificador" e "O Duque de Ferro". Em 13/03/1962, foi consagrado como o patrono do Exército brasileiro. Rodolfo Bernardelli [José Maria Oscar Rodolpho Bernardelli y Thierry] (Guadalajara, México, 18/12/1852 - Rio de Janeiro, 07/04/1931): escultor, professor, pintor e desenhista. Irmão do pintor Henrique Bernadelli (Valparaíso, Chile, 15/07/1857 ou 1858 - Rio de Janeiro, 06/04/1936) e do pintor e músico Félix Bernardelli [Félix Atiliano Bernardelli ou Atiliano Félix Bernardelli] (Pelotas ou São Pedro do Sul, RS, 08/10/1862 ou 1866 - Guadalajara, México, 1905 ou 1908).
Largo do Machado
s.d.

Visconde de Inhaúma e Duque de Caxias (desenho)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Visconde de Inhaúma e Duque de Caxias (desenho)
Desenho de Angelo Agostini retratando a confraternização entre o Visconde de Inhaúma (à esquerda) e o Duque de Caxias. Visconde de Inhaúma [Joaquim José Inácio] (Lisboa, Portugal, 01/08/1808 - Rio de Janeiro, 08/03/1869): militar e político. Duque de Caxias [Luís Alves de Lima e Silva] (Porto da Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25/08/1803 - Valença, RJ, 07/05/1880): militar e político. Conhecido como "O Pacificador" e "O Duque de Ferro". Em 13/03/1962, foi consagrado como o patrono do Exército brasileiro. Angelo Agostini (Vercelli, Itália, 08/04/1843 - Rio de Janeiro, 23 ou 28/01/1910): cartunista, desenhista e escritor.
s.d.

Duque de Caxias (desenho)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Duque de Caxias (desenho)
Desenho de Alberto Lima retratando Caxias. Duque de Caxias [Luís Alves de Lima e Silva] (Porto da Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25/08/1803 - Valença, RJ, 07/05/1880): militar e político. Conhecido como "O Pacificador" e "O Duque de Ferro". Em 13/03/1962, foi consagrado como o patrono do Exército brasileiro. Alberto Lima (Rio de Janeiro, 29/07/1898 - 01/08/1971): heraldista, poeta e professor. Foi diretor do Gabinete Foto-cartográfico da Secretaria do Ministério da Guerra e responsável pela criação de centenas de brasões de municípios e regiões do Brasil.
s.d.

Duque de Caxias (desenho em livro ou periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Duque de Caxias (desenho em livro ou periódico)
Duque de Caxias [Luís Alves de Lima e Silva] (Porto da Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25/08/1803 - Valença, RJ, 07/05/1880): militar e político. Conhecido como "O Pacificador" e "O Duque de Ferro". Em 13/03/1962, foi consagrado como o patrono do Exército brasileiro.
s.d.

Duque de Caxias (desenho em livro ou periódico)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Duque de Caxias (desenho em livro ou periódico)
Duque de Caxias [Luís Alves de Lima e Silva] (Porto da Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25/08/1803 - Valença, RJ, 07/05/1880): militar e político. Conhecido como "O Pacificador" e "O Duque de Ferro". Em 13/03/1962, foi consagrado como o patrono do Exército brasileiro.
s.d.