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Julio e Luciano Ferrez
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Julio e Luciano Ferrez
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1910

Indígenas do povo Bororo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Bororo
Índios Bororo (ou Boe), denominação que significa "pátio da aldeia" na língua nativa. A disposição tradicional de suas casas faz do pátio o centro da aldeia e também seu espaço ritual. Os bororo têm uma complexa organização social e uma rica vida cerimonial. Eram encontrados em parte da Bolívia, no centro sul de Goiás, nas margens de afluentes do rio Xingu, e nas proximidades do rio Miranda. Estima-se que o primeiro contato dos Bororo com os brancos tenha sido no século XVII, com os jesuítas que iam de Belém à região da bacia do rio Araguaia. O contato teria se intensificado com as bandeiras paulistas e a descoberta do ouro em Cuiabá, no século XVIII.
José Severino Soares
GO
1894

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Jornaleiros - crianças
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jornaleiros - crianças
No ano de 1900, Ferrez inicia a produção de séries de cartões postais, ampliando significativamente o alcance e o público de suas imagens. De acordo com o pesquisador Paulo Berger, o fotógrafo teria produzido cerca de 350 postais diferentes, em sua maioria de vistas do Rio de Janeiro. Na primeira série editada, com títulos e endereço do fotógrafo em francês, “Rue de S. Jose 88”, há dois cartões que trazem duas imagens de vendedores, cada uma: “Vendeurs ambulants (de cebola e galinhas)”, “Vendeurs ambulants”(de legumes e vassoura) . Tais imagens, provavelmente realizadas no final do século, pertencem a um conjunto de retratos de tipos populares das ruas do Rio, como o Cesteiro, o Funileiro, o Vassoreiro, o Mascate e os Jornaleiros, posando com suas mercadorias em frente a um fundo neutro, cuja autoria foi, durante muito tempo, atribuída exclusivamente a Ferrez. Um exame nos negativos de vidro que se encontram no acervo do Instituto Moreira Salles, revelou, entretanto, que algumas delas são assinadas por Gomes Junior, um autor desconhecido.
Gomes Junior
Rio de Janeiro
1899

Família Ferrez - Marc, Julio, Marie, Claire, Gilberto e Eduardo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Família Ferrez - Marc, Julio, Marie, Claire, Gilberto e Eduardo
Marc Ferrez está em pé, atrás de sua esposa, Marie Ferrez. Estão ladeados pelo filho do casa, Julio Ferrez e por sua esposa, Claire Ferrez. As crianças são: Gilberto, sentado aos pés de seu pai; e Eduardo, ao lado de sua mãe. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Residência de Marc Ferrez na Rua Voluntários da Patria
circa 1912