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Feira livre
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Feira livre
Movimentação de transeuntes em feira livre.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1940

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE17062.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BALE03810.jpg
Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1950

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