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Casa da Câmara e Cadeia - Museu da Inconfidência
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Câmara e Cadeia - Museu da Inconfidência
O Museu da Inconfidência era a antiga Casa de Câmara e cadeia de Vila Rica. Construção iniciada em 1784, pela Câmara Municipal, durante o governo de Luís Cunha Menezes. As obras foram interrompidas várias vezes, de modo que o prédio só ficou pronto em 1846. Serviu de paço municipal e cadeia. Em 1944, foi inaugurado o Museu, cujo acervo reúne documentos e objetos que evocam a Inconfidência Mineira e obras diversas do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Lá repousam os despojos dos inconfidentes. O Museu possui ainda um auditório anexo e a Sala Manuel de Ataíde, para exposições temporárias.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Praça Tiradentes - vista para o Museu da Inconfidência
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Praça Tiradentes - vista para o Museu da Inconfidência
O local ocupado hoje pela Praça Tiradentes, talvez a principal praça da cidade, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria, e durante quase todo o século XIX era chamada Praça da Inconfidência. Passou a chamar-se Tiradentes em 1894, quando foi inaugurado o monumento em homenagem ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, um dos destaques da Conjuração Mineira. A praça é marcada por alguns dos prédios mais importantes da cidade, como o Museu da Inconfidência (antiga Casa de Câmara e Cadeia), o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores), e pelo casario colonial.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Praça Tiradentes - vista para a Igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Praça Tiradentes - vista para a Igreja do Carmo
O local ocupado hoje pela Praça Tiradentes, talvez a principal praça da cidade, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria, e durante quase todo o século XIX era chamada Praça da Inconfidência. Passou a chamar-se Tiradentes em 1894, quando foi inaugurado o monumento em homenagem ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, um dos destaques da Conjuração Mineira. A praça é marcada por alguns dos prédios mais importantes da cidade, como o Museu da Inconfidência (antiga Casa de Câmara e Cadeia), o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores), e pelo casario colonial.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Vista para o Museu da Inconfidência (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista para o Museu da Inconfidência (ao fundo)
O local ocupado hoje pela Praça Tiradentes, talvez a principal praça da cidade, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria, e durante quase todo o século XIX era chamada Praça da Inconfidência. Passou a chamar-se Tiradentes em 1894, quando foi inaugurado o monumento em homenagem ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, um dos destaques da Conjuração Mineira. A praça é marcada por alguns dos prédios mais importantes da cidade, como o Museu da Inconfidência (antiga Casa de Câmara e Cadeia), o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores), e pelo casario colonial.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Casa da Baronesa
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Baronesa
A Casa da Baronesa foi construída na segunda metade do século XVIII e pertenceu ao Barão de Camargos, que a doou ao Patrimônio Histórico da União em 1941. Na década de 1970 funcionou como escritório técnico do IPHAN em Ouro Preto e, posteriormente, abrigou a sede da instituição na cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Sobrados e vista da cidade
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados e vista da cidade
O local ocupado hoje pela Praça Tiradentes, talvez a principal da cidade, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria, e durante quase todo o século XIX era chamada Praça da Inconfidência. Passou a chamar-se Tiradentes em 1894, quando foi inaugurado o monumento em homenagem ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, um dos destaques da Conjuração Mineira. A praça é marcada por alguns dos prédios mais importantes da cidade, como o Museu da Inconfidência (antiga Casa de Câmara e Cadeia), o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores) e pelo casario colonial.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Antiga Residência dos Governadores - capela
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antiga Residência dos Governadores - capela
O Palácio dos Governadores foi construído entre 1741 e 1748, no governo de Gomes Freire de Andrade. Ficava no mesmo local onde havia funcionado anteriormente a Casa de Fundição e Moeda, e foi erguido para abrigar os governadores da Província de Minas Gerais. Em 1897, com a transferência da capital mineira para Belo Horizonte, o prédio abrigou a Escola de Minas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Antiga Residência dos Governadores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Antiga Residência dos Governadores
O Palácio dos Governadores foi construído entre 1741 e 1748, no governo de Gomes Freire de Andrade. Ficava no mesmo local onde havia funcionado anteriormente a Casa de Fundição e Moeda, e foi erguida para abrigar os governadores da Província de Minas Gerais. Em 1897, com a transferência da capital mineira para Belo Horizonte, o prédio abrigou a Escola de Minas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Tiradentes
1970s

Sede da Prefeitura de Tiradentes (à direita) e casas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sede da Prefeitura de Tiradentes (à direita) e casas
O sobrado que hoje abriga a Prefeitura foi construído por volta de 1720 na principal praça da cidade de Tiradentes, a Praça das Forras. A casa teria pertencido a D. Pedro de Almeida, o Conde de Assumar, e foi adquirida no século XX para ser a sede administrativa do município. Na década de 1960 passou por interferências arquitetônicas para melhor se adequar a suas novas funções.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça das Forras
1970s