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Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Largo da Sé. Em destaque, à direita, a catedral e, à esquerda, a igreja de São Pedro dos Clérigos.
Marc Ferrez
Largo da Sé
circa 1880

Mulheres no mercado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mulheres no mercado
Quatro mulheres negras, quitandeiras, com vestimentas típicas vendendo frutas dispostas em cestos, junto a muro de pedras. Ao fundo, à esquerda, vê-se um galpão com três homens em pé.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1875

Cais dos Mineiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cais dos Mineiros
À esquerda, as docas da Alfândega, tendo por trás os edifícios dos Correios e da Bolsa, hoje Banco do Brasil, que acabara de ser concluído. À direita, torres e cúpula da Igreja da Candelária, e as casas da rua Visconde de Itaboraí, seguidas do edifício e dependências da antiga Secretaria da Marinha.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Queda d´água
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Queda d´água
Queda d'água em meio à vegetação. No centro da imagem, homem com cajado se apoia em pedras sobre o rio.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Passeio Público
Imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), com imagens de autoria de Albert Frisch e Philipp von Luetzelburg. As fotos de Frisch foram realizadas na Amazonia, durante a Expedição Fotográfica por ele organizada, nos rios Solimões, ou Alto Amazonas, e Negro. O álbum foi editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch, fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 de Frisch e seis do botânico von Luetzelburg, dos povos Uanana e Tukano realizadas no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil, trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas. Construído entre 1779 e 1783, o Passeio Público localiza-se no centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, e foi concebido pelo mineiro Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim (c. 1745 – 1813), um dos maiores artistas do período colonial brasileiro. Ele desenhou um jardim em estilo francês para o qual fez várias obras de arte, dentre elas esculturas, chafarizes e pirâmides como o Chafariz dos Jacarés ou Fonte dos Amores, duas pirâmides de granito e a Fonte do Menino com a escultura do menino da bica.
Albert Frisch
Passeio Público ; Centro
1865

Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Albert Frisch
Ladeira dos Tabajaras ; Botafogo
circa 1865

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Botafogo
circa 1865