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Sobrados e Basílica da Sé (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados e Basílica da Sé (ao fundo)
A catedral Basílica da Sé ou igreja de Nossa Senhora da Assunção é fruto da primitiva ermida de Nossa Senhora da Conceição construída em 1703 pelo capitão português Antônio Pereira Machado. Depois de sucessivas ampliações, a igreja ficou pronta em 1760, e em 1798 decidiu-se que o templo seria reedificado em pedra e cal. As obras, pagas com os rendimentos dos dízimos, começaram em 1801 e limitaram-se somente à fachada. Exteriormente o templo apresenta um aspecto bastante sóbrio, conferido pelo barroco jesuítico, mas seu interior impressiona pela riqueza da ornamentação, contendo um dos mais ricos conjuntos de talha de Minas Gerais. Um dos grandes destaques da igreja é o órgão doado no século XVIII por D. João V. Fabricado na Alemanha, chegou à Mariana em 1752 e foi assentado na Sé por Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Cláudio Manoel
1970s

Igreja Rainha dos Anjos
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Rainha dos Anjos
A primitiva capela de Nossa Senhora dos Anjos foi erguida pela Arquiconfraria do Cordão de São Francisco, fundada em 1760 e constituída formalmente somente em 1784. É provável que a ermida tenha se transformado em capela-mor do templo definitivo, cuja construção começou também em 1748. Em 1843 notou-se que o templo precisava ser reedificado, mas as obras só começaram em 1853 e prolongaram-se até 1874 ou 1875, de acordo com a indicação do Livro de Receitas e Despesas da confraria. As intervenções compreenderam a reforma do frontispício, a reconstrução da torre e obras na capela-mor, coro, corredores, telhado, forro, assoalho e grades.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Dom Silvério
1970s

Igreja Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Nossa Senhora da Glória
A capela de Nossa Senhora da Glória começou a ser erguida provavelmente na década de 1720, a partir de recursos provenientes de esmolas e outras campanhas empreendidas pela população local. A primitiva ermida feita de pau-a-pique, que ruiu em 1755, foi substituída pela atual igreja de Nossa Senhora da Glória. As obras da nova capela, mais uma vez erguida graças às contribuições dos fiéis, começaram por volta de 1772. A data da conclusão das obras é desconhecida, por causa da falta de documentação a respeito. É possível que no início do século XIX a matriz já estivesse concluída, segundo observações de viajantes da época. Entre 1861 e 1887, a igreja passou por novas reformas, com recursos provenientes da Presidência da Província.
Augusto Carlos da Silva Telles
Distrito de Passagem
1970s

Igreja de São Francisco de Assis - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Francisco de Assis - portada
A igreja de São Francisco de Assis foi construída a partir da iniciativa da Ordem Terceira de São Francisco. A licença para a obra foi concedida por D. Frei Manuel da Cruz em 1761, e a construção teve início no ano seguinte, devendo obedecer ao risco do Padre Ferreira da Rocha. No entanto, o risco seguido foi o do arquiteto José Pereira dos Santos. A pedra fundamental foi colocada em 1763, e em 1777 já estavam concluídas a capela-mor, a sacristia e a casa do noviciado. A primeira missa foi rezada em 6 de dezembro desse mesmo ano. Em 1783 foram feitos um novo frontispício e torres, e modificou-se o arco do coro. Em 1793 foi terminada a capela-mor, sacristia, noviciado e corredores, e depois de 1794 foram feitas ainda trabalhos de pintura. Trabalham na capela alguns renomados artistas da época, como Manuel da Costa Athaíde e Francisco Vieira Servas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Francisco
1970s

Igreja de São Pedro dos Clérigos
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Pedro dos Clérigos
A igreja de São Pedro dos Clérigos foi erguida na segunda metade do século XVIII, mas não é possível afirmar quem foi o autor e o executor do projeto. Pode-se perceber a influência da arquitetura italiana no seu traçado poligonal e ovalado. Seu exterior imponente contrasta com o interior bastante simples, no qual destaca-se o altar-mor em cedro e um dos maiores santos do pau-oco de Minas Gerais. O acervo de arte sacra da igreja foi transferido para o Museu Arquidiocesano.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Pedro
1970s

Igreja das Mercês
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja das Mercês
A igreja de Nossa Senhora das Mercês foi erguida por iniciativa da Irmandade de mesmo nome, constituída formalmente por uma Provisão de 1787. Não há consenso entre historiadores quanto à data do início das obras: alguns sustentam que tenha sido 1769, outros indicam 1787. É possível também que tenha havido uma primitiva ermida antes da igreja definitiva. Documentos indicam que em 1871 a igreja estava em obras, já que a Irmandade solicitou à Câmara Municipal a doação de degraus de pedra do antigo Pelourinho, demolido, para a construção de uma escada para o presbítero da igreja. Nesta mesma data teria sido ampliado o telhado e reformado o corpo principal e a sacristia. Ao longo do século XX a igreja passou por novas intervenções, algumas a descaracterizaram. A igreja das Mercês se assemelha à capela da Arquiconfraria de São Francisco, tanto na arquitetura como na decoração da talha, que foi erguida na mesma época.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua das Mercês
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - altar-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo - altar-mor
A Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo estabeleceu-se em Mariana em 1751, instalada inicialmente na Capela de São Gonçalo. Depois de receber a licença para construir seu templo, em 1759 tiveram início as obras. Era uma capela provisória, bastante simples, feita em taipa e com uma única torre central na fachada. O templo definitivo começou a ser construído em 1784, embora a licença régia só tenha sido concedida em 1789. Segundo o livro de Receita e Despesa da Ordem Terceira, há indicações de que Manoel da Costa Athaíde tenha participado de algum serviço feito na construção do templo, sem especificações.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça de São Francisco
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo
A Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo estabeleceu-se em Mariana em 1751, instalada inicialmente na Capela de São Gonçalo. Depois de receber a licença para construir seu templo, em 1759 tiveram início as obras. Era uma capela provisória, bastante simples, feita em taipa e com uma única torre central na fachada. O templo definitivo começou a ser construído em 1784, embora a licença régia só tenha sido concedida em 1789. Segundo o livro de Receita e Despesa da Ordem Terceira, há indicações de que Manoel da Costa Athaíde tenha participado de algum serviço feito na construção do templo, sem especificações.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça de São Francisco
1970s

Igreja de São Pedro dos Clérigos - parte inferior da fachada
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Pedro dos Clérigos - parte inferior da fachada
A igreja de São Pedro dos Clérigos foi erguida na segunda metade do século XVIII, mas não é possível afirmar quem foi o autor e o executor do projeto. Pode-se perceber a influência da arquitetura italiana no seu traçado poligonal e ovalado. Seu exterior imponente contrasta com o interior bastante simples, no qual destaca-se o altar-mor em cedro e um dos maiores santos do pau-oco de Minas Gerais. O acervo de arte sacra da igreja foi transferido para o Museu Arquidiocesano.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Pedro
1970s

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