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Quartel General do Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel General do Campo da Aclamação
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1903

Locomotiva nº 1 da Recife and São Francisco Railway Company
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Locomotiva nº 1 da Recife and São Francisco Railway Company
Locomotiva número 1, pertencente à segunda estrada de ferro construída no Brasil, a Recife - São Francisco.
Augusto Stahl
Recife
1858

Bairro de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de São Cristóvão
Imagem de fotógrafo anônimo na qual vemos parte da costa de São Cristóvão, região pouco explorada por artistas do século XIX, e a igreja dos Leprosos. O Lazareto, antiga chácara de recreio dos jesuítas, ficava na rua São Cristóvão, próximo à praia das Palmeiras. Do outro lado do mangue está a pedreira de São Diogo.
Autoria não identificada
Rua Benedito Otoni ; São Cristóvão
1857

Quinta de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quinta de São Cristóvão
Vemos na imagem a cópia do portão de Nothemberland, no parque da Quinta de São Cristóvão, antes do ajardinamento projetado por Glaziou, a casa da Marquesa de Santos, a boca do Mangue, toda a praia Formosa e os morros do Pinto e de São Diogo.
Autoria não identificada
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1857

Porto de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto de São Domingos
Fotografia tirada do Morro de São João, retrata o Porto de São Domingos, com seu casario da Rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco) e o Hotel de France ao fundo. À direita podemos ver a ponte de embarque das lanchas para o Rio de Janeiro. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1859

Largo do Machado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo do Machado
Largo do Machado e a Igreja Nossa Senhora da Glória sendo construída. Antes de se tornar Largo do Machado, chamou-se campo das Pitangueiras e das Laranjeiras. Machado deve-se à existência de um enorme machado de pau no primeiro açougue aí instalado. Em 1834 foi renomeado Largo da Glória, por conta da igreja aí construída, e em 1880 chamou-se Praça Duque de Caxias, logo após a morte do general, mas logo voltou a ser Largo do Machado. A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente em 1872 a igreja foi terminada.
Stahl & Wahnschaffe
Largo do Machado
circa 1862

Equipamento movido a carvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Equipamento movido a carvão
Benjamin Mulock
BA
circa 1860

Igreja do Bonfim
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Igreja do Bonfim
Templo, antes de tudo, do sincretismo onde ritos cristãos e africanos mesclavam-se, a Igreja do Bonfim foi inaugurada em 24 de junho de 1754. É de lá que parte a maior festa de Salvador, a saber, a lavagem das escadarias do Bonfim, em que os populares se concentram em frente à igreja e depois percorrem parte da cidade entoando cânticos e oferecendo flores.
Benjamin Mulock
Praça Senhor do Bonfim, Cidade Baixa
circa 1860

Paço Municipal
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Paço Municipal
O Paço Municipal teve sua primeira construção em 1549, feita em taipa e coberta por palha. Em 1660, foram demolidas edificações existentes na praça Municipal (uma das mais antigas da cidade) e erguido um novo edifício. O paço destaca-se por sua fachada principal de arcadas e colunas toscanas sobrepostas por janelas de púlpito, além das duas alas unidas por uma torrre central recoberta por uma cúpula. Foi remodelado em 1887 e novamente reformado no final da década de 1960, para que fosse resgatada a fachada em estilo colonial português.
Benjamin Mulock
Praça Municipal
circa 1860