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O brotinho Ivanira
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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O brotinho Ivanira
Publicada na revista O Cruzeiro, edição xs 07 de janeiro de 1950
José Medeiros
Copacabana
circa 1950

Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Archive/Collection: José Medeiros
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Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Mulheres na Praia de Ipanema, com a Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Mulheres na Praia de Ipanema, com a Pedra da Gávea ao fundo
Considerada uma das praias mais charmosas da cidade, a praia e suas "garotas de Ipanema" foram imortalizadas na canção homônima de Vinícius de Moraes e Tom Jobim. Ipanema, em língua indígena, significaria "água tola" ou "água ruim". O nome foi dado ao bairro por um de seus fundadores, o Comendador Moreira Filho (o segundo Barão de Ipanema) em homenagem ao seu pai, Barão e Conde de Ipanema. Em 1894, o Barão, provavelmente com o amigo Coronel José Silva, abriu algumas das mais tradicionais ruas e praças do bairro, como a Marechal Floriano (hoje praça General Osório) e rua Prudente de Morais.
José Medeiros
Praia de Ipanema
circa 1955

Vista do Jardim de Alá, com o morro Dois Irmãos ao fundo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Vista do Jardim de Alá, com o morro Dois Irmãos ao fundo
O canal do Jardim de Alá é uma passagem do mar que adentra a Lagoa Rodrigo de Freitas e separa as praias de Ipanema e Leblon. O canal era chamado Caminho da Barra e ia da Praia do Pinto até a barra através da qual o mar chegava na Lagoa. Foi uma obra executada pelo prefeito Carlos Sampaio, que administrou a cidade entre 1920 e 1922, visando o saneamento e o embelezamento da área.
José Medeiros
Jardim de Alá, Leblon
1950

A Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos e as praias de Ipanema e Leblon
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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A Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos e as praias de Ipanema e Leblon
Um dos cartões-postais da cidade, o Morro Dois Irmãos é visto na fotografia da praia do Arpoador, e atrás dele vemos ainda a Pedra da Gávea. O Arpoador localiza-se entre o Forte de Copacabana e a avenida Vieira Souto, em Ipanema, e é famoso pelas pedras que invadem o mar e separam as praias de Copacabana e Ipanema.
José Medeiros
Praia do Arpoador
1952

Vista de Copacabana, com o Copacabana Palace ao centro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Vista de Copacabana, com o Copacabana Palace ao centro
O Copacabana Palace foi construído pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva, entre 1919 e 1923. Em 1934, foi construída a piscina do hotel, ampliada em 1949. Internacionalmente conhecido e considerado por inúmeras vezes o melhor hotel da América do Sul, o Copacabana Palace já hospedou artistas, diplomatas e chefes de estado de todo o mundo. Sob risco de demolição, em 1985 o hotel tornou-se patrimônio histórico, sendo tombado pelo Iphan. José Eduardo Guinle vendeu a propriedade em 1989 para o grupo Orient-Express Hotels, que revitalizou e modernizou as suas instalações sem descaracterizar seus elementos históricos.
José Medeiros
Praia de Copacabana
1950s

Avenida Atlântica
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Atlântica
A Avenida Atlântica teve sua urbanização ou construção no início do século XX, quando Pereira Passos era prefeito da cidade. Era ainda bastante rústica, e só teve sua aparência melhorada na gestão do prefeito Paulo de Frontin, em 1919. Um ano depois, em 1920, foi em parte destruída por uma forte ressaca, tendo sido reconstruída pelo também prefeito Carlos Sampaio. É uma das principais ruas do bairro.
José Medeiros
Copacabana
circa 1955

Fotógrafa na praia do Flamengo, com o Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Fotógrafa na praia do Flamengo, com o Pão de Açúcar ao fundo
A origem do nome Pão de Açúcar seria graças aos portugueses, que acharam o morro semelhante aos blocos de açúcar colocados em fôrmas de barro cônicas e levados para a Europa. O nome teria se popularizado no século XIX, quando artistas estrangeiros retratavam a beleza do penhasco.
José Medeiros
Praia do Flamengo
s.d.