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Ponte da "Estrada de Ferro Recife - São Francisco" sobre o riacho Junqueira
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Ponte da "Estrada de Ferro Recife - São Francisco" sobre o riacho Junqueira
Ponte da Estrada de Ferro Recife - São Francisco, a segunda construída no Brasil, sobre o riacho Junqueira, um dos afluentes do rio Pirapama.
Stahl & Cia
PE
1850 - 1861

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Stahl & Cia
Largo do Bonsucesso
1850 - 1861

Ponte Velha do Recife, atual ponte 6 de Março
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Ponte Velha do Recife, atual ponte 6 de Março
Stahl & Cia
Recife
circa 1858

Casa de detenção do Recife
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Casa de detenção do Recife
Stahl & Cia
Recife
circa 1858

Vista tirada do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista tirada do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1870

Cascata da Piabanha
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Cascata da Piabanha
O rio Piabanha é talvez o mais significativo de Petrópolis e pertence à bacia do rio Paraíba do Sul, a maior do Estado do Rio. Seu nome deriva de um dos principais peixes encontrados na bacia, o piabanha (Brycon insignes), que em tupi significa "o que é manchado".
Georges Leuzinger
Rio Piabanha
circa 1866

Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Itier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!".
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866