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Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
O lago Arari, entre os municípios de Cachoeira e Santa Cruz do Arari, possui grande importância turística por preservar inúmeras variedades de pássaros. É o maior e mais importante lago da região. O lago Arari e suas proximidades formam a reserva de fauna do Marajó.
Autoria não identificada
Marajó
1868

Indígena não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígena não identificado
Homem de etnia não identificada nas proximidades do rio Negro.
Felipe Augusto Fidanza
Rio Negro
circa 1873

Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Fotomontagem de um índio da etnia Amauá (Omagua) na região do rio Solimões, segurando uma clava e uma lança nas mãos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
1868

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0013.jpg
Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Amaúas", com a seguinte descrição: Indiens Antropophages debout, avec massue et lance [Índios antropófagos em pé, com clava e lança]", na prancha de nº 39.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
1868

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1858

Equipamento movido a carvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Equipamento movido a carvão
Benjamin Mulock
BA
circa 1860

Dique Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dique Imperial
Iniciada a obra no ano de 1824, por iniciativa do Marquês de Paranaguá, que indicou o inglês Henry Law para o serviço. Law acabou desistindo da empreitada, alegando que a mão-de-obra oferecida pelo governo era insatisfatória. Por isso a obra do dique só foi finalizada em 1861.
Augusto Stahl
Ilha das Cobras
circa 1862