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Rio Negro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio Negro
Corresponde à septuagésima sétima prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo do titulo "Manáos", a seguinte descrição: "Igarapé do Correio" (Rivière de la Poste) ["Igarapé do Correio" (Rio do Correio)].
Albert Frisch
Manaus
1868

Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Albert Frisch
Ladeira dos Tabajaras ; Botafogo
circa 1865

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Botafogo
circa 1865

Bairro do Humaitá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Humaitá
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Parque Municipal do Morro do Martelo ; Humaitá
circa 1865

Vista de parte do bairro de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de parte do bairro de São Domingos
Fotografia tirada no bairro de São Domingos, na cidade de Niterói. Na paisagem, está a baía de Guanabara e a pedra do corcovado.
Albert Frisch
São Domingos
circa 1865

Povoação de Tonantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Povoação de Tonantins
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. O fotógrafo Albert Frisch acompanhou a expedição do engenheiro alemão Franz Keller-Leuzinger, genro de Georges Leuzinger, à Amazônia no final da década de 1860. Keller-Leuzinger trabalhava na exploração e medição de rios brasileiros, e nesta empreitada contaria com o registro de Frisch, cujas fotos foram editadas posteriormente em um álbum pelo ateliê fotográfico de Leuzinger. Frisch, no entanto, acompanhou o engenheiro somente até Manaus, seguindo pelo rio Solimões (que, na época, era conhecido como Alto Amazonas) em um vapor até Iquitos, no Peru, para realizar seu projeto fotográfico. Na volta, o fotógrafo veio acompanhado por remadores em um barco (retratado em primeiro plano) que transformou-se em seu lar e laboratório durante os meses que duraram sua expedição.
Albert Frisch
AM
1868

Tocantins - Vapor "Bravo"
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0041.jpg
Tocantins - Vapor "Bravo"
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. "Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Le Lac de Tonantins - avec le vapeur Bravo [O lago de Tonantins - com o vapor bravo]", na prancha de nº 15.
Albert Frisch
AM
1868

A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0010.jpg
A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
Manaus
circa 1865