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Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Sobre a imagem, ver: 1) TINHORÃO, José Ramos. “Música popular: do gramofone ao rádio e TV”. São Paulo: Ática, 1981. Pág. 200. A legenda da foto está na pág. 201 e é a seguinte: "No início da década de 1940, antes da derrubada geral dos 'aquários', a Rádio Nacional tentou uma solução conciliatória: importou vidros gigantescos que, movidos por uma engrenagem acionada eletricamente, subiam e desciam, permitindo a eventual transformação do estúdio em palco. A subida das três lâminas de vidro de 5,56 m X 2,53 m, pesando uma tonelada, no total, transformou-se em um espetáculo popular em frente ao prédio de A Noite na Praça Mauá, Rio de Janeiro. (Foto reproduzida no volume Rádio Nacional, 1936-1956, publicado pela Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio Nacional, em setembro de 1956, para comemorar os 20 anos de fundação da emissora.)" 2) PINHEIRO, Claudia (org.). "A Rádio Nacional. Alguns dos momentos que contribuíram para o sucesso da Rádio Nacional". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. Págs. 44-45. A legenda diz o seguinte: "Subida do vidro - Para atender às necessidades da nova Rádio Nacional, tiveram início, em 1941, as obras de ampliação da rádio. Em 18 de abril de 1942, foram inaugurados os novos estúdios da emissora, no 21o. andar do edifício A Noite. Surgiu o auditório com 486 poltronas e inovações, como o piso flutuante sobre molas especiais do palco sinfônico. Tudo o que se relacionava à rádio despertava o interesse do público. Esse foi o caso da chegada dos gigantescos vidros que isolam (até hoje) o auditório do estúdio principal. Três lâminas de 5,5 x 2,5m, pesando uma tonelada, vieram da Checoslováquia. A subida do vidro emocionou o público na praça Mauá".
Praça Mauá
1940s

Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Lâminas de vidro da Rádio Nacional
Sobre a imagem, ver: 1) TINHORÃO, José Ramos. “Música popular: do gramofone ao rádio e TV”. São Paulo: Ática, 1981. Pág. 200. A legenda da foto está na pág. 201 e é a seguinte: "No início da década de 1940, antes da derrubada geral dos 'aquários', a Rádio Nacional tentou uma solução conciliatória: importou vidros gigantescos que, movidos por uma engrenagem acionada eletricamente, subiam e desciam, permitindo a eventual transformação do estúdio em palco. A subida das três lâminas de vidro de 5,56 m X 2,53 m, pesando uma tonelada, no total, transformou-se em um espetáculo popular em frente ao prédio de A Noite na Praça Mauá, Rio de Janeiro. (Foto reproduzida no volume Rádio Nacional, 1936-1956, publicado pela Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio Nacional, em setembro de 1956, para comemorar os 20 anos de fundação da emissora.)" 2) PINHEIRO, Claudia (org.). "A Rádio Nacional. Alguns dos momentos que contribuíram para o sucesso da Rádio Nacional". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. Págs. 44-45. A legenda diz o seguinte: "Subida do vidro - Para atender às necessidades da nova Rádio Nacional, tiveram início, em 1941, as obras de ampliação da rádio. Em 18 de abril de 1942, foram inaugurados os novos estúdios da emissora, no 21o. andar do edifício A Noite. Surgiu o auditório com 486 poltronas e inovações, como o piso flutuante sobre molas especiais do palco sinfônico. Tudo o que se relacionava à rádio despertava o interesse do público. Esse foi o caso da chegada dos gigantescos vidros que isolam (até hoje) o auditório do estúdio principal. Três lâminas de 5,5 x 2,5m, pesando uma tonelada, vieram da Checoslováquia. A subida do vidro emocionou o público na praça Mauá".
Praça Mauá
1940s

Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, é que a iluminação pública começou a ser modificada, transformando a luz à gás para luz incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público dos bondes e das linhas telefônicas.
Augusto Malta
Praça Mauá ; Centro
1921

Cruzador Carvalho de Araujo
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Cruzador Carvalho de Araujo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Cruzador Carvalho de Araujo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cruzador Carvalho de Araujo
Jorge Kfuri
Praça Mauá ; Centro
circa 1921

Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Chegada dos reis da Bélgica, Alberto I e Elisabeth, ao Rio de Janeiro, a bordo do encouraçado São Paulo.
Jorge Kfuri
Praça Mauá
19 de setembro de 1920

Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Chegada da família real da Bélgica ao Rio de Janeiro
Chegada dos reis da Bélgica, Alberto I e Elisabeth, ao Rio de Janeiro, a bordo do encouraçado São Paulo.
Jorge Kfuri
Praça Mauá
19 de setembro de 1920

Liceu Literário Português
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Liceu Literário Português
O Liceu Literário Português, fundado em 1868, é uma instituição filantrópica que oferece cursos de extensão universitária. A primeira sede do Liceu encontrava-se na antiga Rua da Prainha (atual Praça Mauá). Um dos alunos da entidade era o imperador D.Pedro II, que assistia às aulas de Arte Náutica e de Astronomia.
Marc Ferrez
Praça Mauá ; Rua da Prainha
circa 1885