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Mães de André Filho
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Mães de André Filho
As duas mães de André Filho, as irmãs Constança de Magalhães (tia/mãe adotiva de André Filho, à esquerda) e Carminda de Magalhães (genitora de André Filho, à direita). Carminda de Magalhães Sá, também conhecida como Zinha, foi presidente do Grêmio das Diamantinas, filiado ao Clube dos Diamantinos, e faleceu no Rio de Janeiro em fins de outubro de 1908 (na ocasião, André Filho tinha apenas 2 anos e 7 meses). Constança de Magalhães Ferreira, também conhecida como dona Lindoca, faleceu no Rio de Janeiro em 19/08/1977. André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro.
circa 1895

André Filho e Julieta
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André Filho e Julieta
André Filho (com cerca de 3 anos) e Julieta Magalhães de Sá, sua irmã consanguínea. André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro.
circa 1909

André Filho e Julieta
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André Filho e Julieta
André Filho (com cerca de 6 anos) e Julieta Magalhães de Sá, sua irmã consanguínea. André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro.
circa 1912

Pais biológicos de André Filho
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Pais biológicos de André Filho
Carminda de Magalhães Sá e Antonio André de Sá, pais biológicos de André Filho. No verso da foto há dedicatória do casal a dona Norata datada de 03/09/1905. Carminda de Magalhães Sá, também conhecida como Zinha, foi presidente do Grêmio das Diamantinas, filiado ao Clube dos Diamantinos, e faleceu no Rio de Janeiro em fins de outubro de 1908 (na ocasião, André Filho tinha apenas 2 anos e 7 meses). André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro.
Photographia Leterre
Rua 7 de Setembro 135 - Centro
circa 1905

André Filho com a irmã e o pai
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André Filho com a irmã e o pai
André Filho (à esquerda, com cerca de 4 anos de idade) com a irmã consanguínea, Julieta Magalhães de Sá, e o pai biológico, Antonio André de Sá. André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro.
Photographia Valverde
Rio de Janeiro
circa 1910

Pais adotivos e tios de André Filho
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Pais adotivos e tios de André Filho
Casamento de João de Magalhães (tio e padrinho de André Filho) e Maria Celestino (irmã de Vicente Celestino). Da esquerda para a direita: Constança de Magalhães Ferreira (dona Lindoca) e Manuel Ferreira Júnior (tios/pais adotivos de André Filho), Maria Celestino e João de Magalhães. Manuel Ferreira Júnior faleceu no Rio de Janeiro em 06/09/1954. Constança de Magalhães Ferreira faleceu no Rio de Janeiro em 19/08/1977. André Filho [Antonio André de Sá Filho] (Rio de Janeiro, 21/03/1906 - Rio de Janeiro, 02/07/1974): compositor, cantor, instrumentista (violão, violino, bandolim e piano), arranjador e locutor. "O Poeta Cantor". Compôs, em 1934, a marcha "Cidade maravilhosa", que mais tarde se tornaria o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro. Vicente Celestino [Antônio Vicente Felipe Celestino] (Rio de Janeiro, 12/09/1894 - São Paulo, 23/08/1968): cantor, compositor e ator. "A Voz Orgulho do Brasil". Tio do ator, humorista e diretor Paulo Celestino (Rio de Janeiro, 08/03/1924 - Rio de Janeiro, 08/03/1988). Foi casado com a cantora, atriz, cineasta, compositora, escritora e radialista Gilda de Abreu (Paris, França, 23/09/1904 - Rio de Janeiro, 04/06/1979), filha da cantora Nícia Silva (Iguape, SP, 1876 - Rio de Janeiro, 1969).
circa 1910

Alfredo Paradeda (desenho - reprodução de periódico)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Alfredo Paradeda (desenho - reprodução de periódico)
Reprodução de imagem publicada na revista "O Malho" n. 229, de 02/02/1907, págs. 16 e 17, com a legenda: “Alfredo Paradeda, em Paris, ou a condessa brasileira ‘Didi’”. Alfredo Paradeda (Rio de Janeiro, ?? - Breslávia, Baixa Silésia, Polônia, 08/12/1906): instrumentista (piano) e transformista. Desde 1900, vivia em Paris, França, sob a alcunha de "Condessa Almadina Paradeda", a "Condessa Didi".
Paris
1900s

João Evangelista Barroso (pai de Ary Barroso)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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João Evangelista Barroso (pai de Ary Barroso)
João Evangelista Barroso (Serro, MG, 27/02/1874 - Ubá, MG, ??/06/1911): advogado, promotor público, político, poeta, cantor amador de modinhas e instrumentista (violão). Pai de Ary Barroso. Irmão do advogado, jornalista e político Sabino Barroso [Sabino Alves Barroso Júnior] (São Sebastião dos Correntes, Serro, atual Sabinópolis, MG, 27/04/1859 - Belo Horizonte, MG, 15/06/1919), fundador do jornal "O Serro" e da Faculdade de Direito de Minas Gerais. Ary Barroso [Ary Evangelista Barroso] (Ubá, MG, 07/11/1903 - Rio de Janeiro, 09/02/1964): compositor, instrumentista (piano), locutor esportivo, apresentador e político. Primeiro presidente da União Brasileira de Compositores (1942).
1902

Banda do Corpo de Bombeiros (reprodução de periódico)
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Banda do Corpo de Bombeiros (reprodução de periódico)
Banda do Corpo de Bombeiros, dirigida pelo maestro Anacleto de Medeiros (que, na foto de cima, aparece na primeira fila, de braços cruzados [é o sexto sentado da esquerda para a direita]). Fotos publicadas na "Revista da Semana" n. 320, de 01/07/1906. Anacleto de Medeiros [Anacleto Augusto de Medeiros] (Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro, 13/07/1866 - Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro, 14/08/1907): compositor, regente, instrumentista (sopros) e mestre de bandas. Diretor e regente da Banda do Corpo de Bombeiros do RJ.
circa 1906