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Teatro São José
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro São José
O primitivo Teatro São José foi oficialmente inaugurado em 4 de setembro de 1864 com a apresentação da peça "A Túnica de Nessus", de Sizenando Nabuco, irmão de Joaquim Nabuco. O teatro vinha, de certa forma, suprir a necessidade do paulistano de um teatro maior e em melhores condições que a Casa da Ópera, considerada já bastante modesta. Localizava-se no Largo Municipal, hoje praça João Mendes, e durante muito tempo ficou sem acabamento no exterior e sem decoração interna. Na madrugada de 15 de fevereiro de 1898 o teatro sofreu um grande incêndio, que o destruiu por completo. Foi reconstruído na rua Xavier de Toledo, fazendo esquina com o Viaduto do Chá e a rua Formosa, no centro da cidade. Na década de 1920 o prédio foi demolido e em seu lugar foi construída a sede da empresa canadense Light and Power Company, que hoje funciona como um shopping center.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1908

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro Municipal
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não encontrava-se em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua 15 de Novembro
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1912

Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, a partir da praça Antônio Prado
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
1916

Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua Líbero Badaró
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró
Rua Líbero Badaró, esquina com a rua São João. O préido mais baixo, à esquerda, daria lugar ao edifício Martinelli. A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920