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Enseada de Botafogo
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Vista do Corcovado e da enseada de Botafogo, tomada de uma das extremidades da praia. Atrás do barco à esquerda, ancorado na Praia de Botafogo, está a nova muralha, iniciada pelo prefeito Bastos Ribeiro e só continuada em 1904 por Pereira Passos. Podemos ver o belo casario do bairro, sendo a torre que se destaca a da Igreja da Imaculada Conceição, na frente do Morro de Nova Cintra. Ao fundo, os morros Dois Irmãos, pedra da Gávea, Corcovado e Dona Marta.
Marc Ferrez
Botafogo ; Enseada de Botafogo
circa 1893

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Ponte do Silvestre faz parte da estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882, D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa, adquirida em 1853, pelo governo, para a construção de um novo reservatório da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Primeiro de Março, Convento do Carmo e Igreja de Nossa Senhora do Carmo à esquerda
Vista do Largo do Paço, Rua Primeiro de Março e à esquerda, em primeiro plano a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, ainda sem sua torra e ao lado a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Não havia ainda linha de bondes na rua 7 de setembro. Conhecido no século XIX, ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira. Na foto, da esquerda para a direita, vemos o convento do Carmo, a Capela Imperial, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Todas as obras foram obras do século XVIII, sendo que a fachada da Igreja do Carmo é feita toda ela de cantaria.
Marc Ferrez
Largo do Paço (atual praça XV)
circa 1890

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
A lagoa do Boqueirão foi aterrada com material proveniente do desmonte do pequeno Morro das Mangueiras, que se erguia onde hoje está a Rua Visconde de Maranguape, na Lapa. A tarefa de arrasar o morro, aterrar a lagoa e construir o jardim foi entregue ao Mestre Valentim da Fonseca e Silva, considerado o melhor escultor do Rio na época. O Passeio foi construído entre 1779 e 1783. Foi o primeiro jardim público da cidade e do país. Até então existiam apenas hortas e canteiros.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Interior da Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Interior da Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Marc Ferrez
Praça Pio X ; Centro
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial de 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória, e a 30 de outubro do mesmo ano marcados os seus limites. Essa nova freguesia era um desmembramento da de São José, que já àquele tempo era muito populosa, e compreendia toda a vasta área da cidade, não só da que ainda lhe pertence, mas ia até os confins do bairro da Gávea. A freguesia de São João Batista da Lagoa já havia sido instituída anteriormente; entretanto a população de Laranjeiras, Catete e Botafogo, por muito numerosa, sobrecarregava de serviço a de São José.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

Igreja de São Joaquim
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de São Joaquim
Vista da Igreja de São Joaquim na Rua Larga, atual avenida Marechal Floriano, erguida em 1758.
Marc Ferrez
Rua Larga, atual Marechal Floriano
circa 1890

Igreja de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0071824cx003a-06.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Glória
Por decreto imperial de 1834, foi criada no Rio de Janeiro a freguesia de Nossa Senhora da Glória, e a 30 de outubro do mesmo ano marcados os seus limites. Essa nova freguesia era um desmembramento da de São José, que já àquele tempo era muito populosa, e compreendia toda a vasta área da cidade, não só da que ainda lhe pertence, mas ia até os confins do bairro da Gávea. A freguesia de São João Batista da Lagoa já havia sido instituída anteriormente; entretanto a população de Laranjeiras, Catete e Botafogo, por muito numerosa, sobrecarregava de serviço a de São José.
Marc Ferrez
Largo do Machado
circa 1890

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