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Vista urbana da cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0011.jpg
Vista urbana da cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0003.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0004.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0005.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Vista de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0005.jpg
Vista de Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores. A partir de 1537 a vila é constituída. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Rua no Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0008.jpg
Rua no Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores.A vila foi constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Seminário religioso
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0022.jpg
Seminário religioso
Olinda
circa 1875

Ponte ferroviária
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0060.jpg
Ponte ferroviária
O viaduto da Grota Funda, na subida da serra de Petrópolis, tinha 58 metros de extensão e estava a 24 metros acima do rio Caioaba. Foi inaugurada em 1883 e fazia parte da Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Olinda, Pernambuco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0066.jpg
Olinda, Pernambuco
Hermann Meyer
Olinda
circa 1898

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