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Avenida Canal do Mangue, atual Francisco Bicalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Canal do Mangue, atual Francisco Bicalho
A. Ribeiro
Centro ; Canal do Mangue
circa 1918

Vista dos bairros de Botafogo e Urca; tomada do cume do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F13-013.jpg
Vista dos bairros de Botafogo e Urca; tomada do cume do Pão de Açúcar
Ao fundo, a Pedra da Gávea.
A. Ribeiro
Botafogo e Urca
circa 1920

Alto do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0013.jpg
Alto do Corcovado
O mirante do Chapéu de Sol foi construido em 1885, junto com a estrada de ferro do Corcovado. Desde 1859 existia a vontade de se construir um monumento religioso no alto do morro pela vontade do padre Pedro Maria Boss, porém somente em 1921 que a idéia ganhou incentivo. Assim a construção do Cristo Redentor foi iniciada em 1922, no ano do centenário da Independência do Brasil. Projetado por Heitor da Silva Costa e produzido pelo francês Paul Landowsky (a cabeça e as mãos da estátua), o Cristo Redentor foi inaugurado somente no ano de 1931. O Chapéu de Sol foi realocado abaixo da nova estátua e permaneceu no Corcovado até o ano de 1942, quando foi demolido.
A. Ribeiro
Rio de Janeiro
1885 - 1890

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0017.jpg
Palácio Monroe
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Theatro Municipal
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0018.jpg
Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919