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Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0004.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0003.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Retrato - mulher negra não identificada
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0086.jpg
Retrato - mulher negra não identificada
Mulheres mestiças retratadas por Fidanza no Pará, imagens que provavelmente fazem parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravizados negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1870

Retrato - mulher negra não identificada
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0085.jpg
Retrato - mulher negra não identificada
Mulheres mestiças retratadas por Fidanza no Pará, imagens que provavelmente fazem parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravizados negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1870

Retrato - mulher indígena não identificada
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0084.jpg
Retrato - mulher indígena não identificada
Mulheres mestiças retratadas por Fidanza no Pará, imagens que provavelmente fazem parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravizados negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1869

Vendedora de frutas em Belém do Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0079.jpg
Vendedora de frutas em Belém do Pará
Vendedora de frutas em Belém, imagem que provavelmente faz parte da série de tipos negros produzida por Fidanza. A introdução do trabalho escravo no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas, e tinha como objetivo desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1869

Homem negro - possivelmente escravizado - carregando cesto
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0076.jpg
Homem negro - possivelmente escravizado - carregando cesto
Trabalhador escravizado retratado por Fidanza no Pará. Essa imagem provavelmente faz parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravos negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1869

Homem negro - possivelmente escravizado - carregando barril
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0075.jpg
Homem negro - possivelmente escravizado - carregando barril
Trabalhador escravizado retratado por Fidanza no Pará. Essa imagem provavelmente faz parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravos negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1869

Mulher negra não identificada - vendedora
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0074.jpg
Mulher negra não identificada - vendedora
Trabalhador escravizado retratado por Fidanza no Pará. Essa imagem provavelmente faz parte da série de tipos negros produzida por ele. Ao que tudo indica, as fotos foram feitas em seu estúdio. A introdução do trabalho de escravos negros no norte do país - por meio de donos de engenho ingleses - teria começado em fins do século XVI e início do XVII, na costa do Amapá e na foz do rio Amazonas. A introdução efetiva do africano no Pará deveu-se à iniciativa do governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com o objetivo de desenvolver a agricultura.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1869