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Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
SBCEM
Rio de Janeiro
23 de junho de 1934

Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
SBCEM
Rio de Janeiro
23 de junho de 1934

Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Documento encaminhado ao chefe de censura das casas de diversão pública do Distrito Federal em defesa do funcionamento da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
SBCEM
Rio de Janeiro
23 de junho de 1934

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Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta de esclarecimento
Carta a F.A. Pereira (Casa Vieira Machado) explicando o motivo de não enviar selos para a edição de "Lua Branca", composição de Chiquinha Gonzaga.
João Baptista Gonzaga
Rio de Janeiro
14 de julho de 1931

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Arquivo/Coleção: Eduardo Coutinho
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Carta de esclarecimento
Carta de esclarecimento a Amir Labaki.
Brasil
s.d.

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Arquivo/Coleção: Eduardo Coutinho
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Carta de esclarecimento
Carta de esclarecimento (correio eletrônico) de Ricardo Henriques para João Moreira Salles, sobre a seleção das escolas públicas para participarem do documentário Últimas Conversas.
Ricardo Manuel S. Henriques
RJ
24 - 27 May 2013

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Arquivo/Coleção: Eduardo Coutinho
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Carta de esclarecimento
Carta de esclarecimento (correio eletrônico) de João Moreira Salles para Maria Carlota F. Bruno, sobre a seleção das escolas públicas para participarem do documentário Últimas Conversas.
João Moreira Salles
RJ
5 de junho de 2013

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Arquivo/Coleção: Eduardo Coutinho
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Carta de esclarecimento
Carta de esclarecimento (correio eletrônico) trocada entre Ricardo Manuel S. Henriques, Maria Carlota F. Bruno e Antonio José Vieira de Paiva Neto, sobre a seleção das escolas públicas para participarem do documentário Últimas Conversas.
Ricardo Manuel S. Henriques
RJ
5 - 20 June 2013

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Arquivo/Coleção: Eduardo Coutinho
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Carta de esclarecimento
Carta de esclarecimento (correio eletrônico) trocada entre Maria Carlota F. Bruno, Antonio José Vieira de Paiva Neto e Patricia Tinoco, sobre a seleção das escolas públicas para participarem do documentário Últimas Conversas.
Maria Carlota F. Bruno
RJ
12 - 20 June 2013