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Seminário religioso
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0022.jpg
Seminário religioso
Olinda
circa 1875

Olinda, Pernambuco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Olinda, Pernambuco
Hermann Meyer
Olinda
circa 1898

Bahia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Bahia
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
A Igreja de São Sebastião, dedicada ao padroeiro da cidade, data do século XVI, e destaca-se pela riqueza de detalhes em sua ornamentação. O templo guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Com a demolição do morro, que teve início em 1922, tais relíquias foram transferidos para a Igreja dos Barbadinhos, na rua Haddock Lobo, na Tijuca.
Autoria não identificada
Morro do Castelo
circa 1890

Rua 1º de Março
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua 1º de Março
Rua 1º de Março, antiga Rua Direita, que surgiu como um prolongamento da Rua da Misericórdia. À esquerda, em primeiro plano, vemos o prédio dos Correios, projetado por Antonio de Paula Freitas e terminado em 1877. Ao seu lado está a Igreja de Santa Cruz dos Militares, e à sua frente, a Igreja do Carmo. Mais atrás, do lado esquerdo, vemos a Igreja de São José. E, ao fundo, o Morro do Castelo com a Igreja do Antigo Colégio dos Jesuítas no alto.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
Praça D. Pedro II, atual praça 15 de Novembro
circa 1865

Rua Direita e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua Direita e Capela Imperial
Tanto a capela Imperial como a igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
O passeio público do Rio de Janeiro é considerado o parque público mais antigo das Américas, sendo inaugurado no século XVIII. Foi inspirado no passeio público de Lisboa e nos jardins do Palácio de Queluz. Originalmente projetado pelo Mestre Valentim, o passeio público era formado por caminhos retos e angulares, com monumentos em vários pontos e um belvedere com visão para a baía de Guanabara. Em 1864, a pedido do imperador Dom Pedro II foi feita uma reforma no espaço do passeio pelo paisagista francês Auguste François Marie Glaziou. A reforma adotou linhas curvas e sinuosas nos caminhos e a construção de lagos e pontes, porém houve a permanência de alguns monumentos.
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1875

A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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A Glória vista do Passeio Público
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. Na igreja Nossa Senhora da Glória casaram Eugenie Leuzinger (filha de George Leuzinger ) e Gustav Leon Masset no ano de 1868.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1865