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Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Barão do Rio Branco
Bastos Dias
Rio de Janeiro
21 de setembro de 1911

Francisco Pereira Passos e o Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Francisco Pereira Passos e o Barão do Rio Branco
Augusto Malta
Rio de Janeiro
14 de junho de 1911

José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1902

José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1902

José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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José Maria da Silva Paranhos Júnior - Barão do Rio Branco
Augusto Malta
Rio de Janeiro
1902

Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Afonso Pena e ministério (cartão-postal)
Cartão-postal (chamado no verso de “bilhete postal”) com os rostos do presidente Afonso Pena (ao centro), do seu vice-presidente Nilo Peçanha (embaixo) e dos ministros de estado de seu governo (1906-1909): barão do Rio Branco (ministro das Relações Exteriores), David Campista (ministro da Fazenda), Miguel Calmon du Pin e Almeida (ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas), Augusto Tavares de Lira (ministro da Justiça e Negócios Interiores), marechal Hermes da Fonseca (ministro da Guerra) e almirante Alexandrino Faria de Alencar (ministro da Marinha). Afonso Pena [Afonso Augusto Moreira Pena] (Santa Bárbara, MG, 30/11/1847 - Rio de Janeiro, 14/06/1909): advogado, jurista e político. Presidente do Brasil entre 1906 e 1909. Foi presidente de Minas Gerais (1892-1894), ministro da Agricultura e Transportes (1883-1884) e ministro da Justiça (1885). Nilo Peçanha [Nilo Procópio Peçanha] (Campos dos Goytacazes, RJ, 02/10/1867 - Rio de Janeiro, 31/03/1924): advogado e político. Presidente do Brasil entre 1909 e 1910. Foi duas vezes presidente do Rio de Janeiro (1903-1906 e 1914-1917) e três vezes senador pelo RJ. Barão do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos Júnior] (Rio de Janeiro, 20/04/1845 - Rio de Janeiro, 10/02/1912): advogado, diplomata, jornalista, geógrafo e historiador, considerado o patrono da diplomacia brasileira. Filho do Visconde do Rio Branco [José Maria da Silva Paranhos] (Salvador, BA, 16/03/1819 - Rio de Janeiro, 01/11/1880): estadista, professor, político, jornalista e diplomata. David Campista [David Morethson Campista] (Rio de Janeiro, 22/01/1863 - Copenhague, Dinamarca, 12/10/1911): advogado, economista, político, diplomata e professor. Miguel Calmon du Pin e Almeida (Salvador, BA, 18/09/1879 - Rio de Janeiro, 25/02/1935): engenheiro e político. Sobrinho e homônimo do Marquês de Abrantes [Miguel Calmon du Pin e Almeida] (Santo Amaro da Purificação, BA, 26/10/1796 - Rio de Janeiro, 13/09/1865): político, diplomata e escritor. Augusto Tavares de Lira (Macaíba, RN, 25/12/1872 - Rio de Janeiro, 22/12/1958): político. Presidente do Rio Grande do Norte (1904-1906). Hermes da Fonseca [Hermes Rodrigues da Fonseca] (São Gabriel, RS, 12/05/1855 - Petrópolis, RJ, 09/09/1923): militar e político. Presidente do Brasil entre 1910 e 1914. Sobrinho do militar e político Deodoro da Fonseca [Manoel Deodoro da Fonseca] (Alagoas da Lagoa do Sul, atual Marechal Deodoro, AL, 05/08/1827 - Barra Mansa, RJ, 23/08/1892), o primeiro presidente do Brasil (1889-1891). Foi casado com a cantora, instrumentista (piano), atriz, pintora e desenhista Nair de Teffé [Nair de Teffé von Hoonholtz] (Petrópolis, RJ, 10/06/1886 - Rio de Janeiro, 10/06/1981), que como caricaturista usava o pseudônimo Rian. Almirante Alexandrino [Alexandrino Faria de Alencar] (Rio Pardo, RS, 12/10/1848 - Rio de Janeiro, 18/04/1926): militar e político.
s.d.

Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Com o diretor Josué Montello;Guignard e 60 aprendizes;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Prestígio da história
Resenha
Otto Lara Resende
Belo Horizonte
19 de dezembro de 1941

O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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País culposo
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de janeiro de 1989

O braço direito;-;-;-;-;-;-;A orquestra;-;-;Homem. Gato ao poço...;-;-;-;A coisa está preta;-;-;-;Adeus a Galateia;-;-;A função do júri e o exercício da memória;-;-;Brasil: anti-pasárgada;-;-;-;Brasil bola Brasil - Pelé pátria Pelé;-;-;-;Anúncio;-;Jeremias: não nos deixeis...;Cego, mas visionário;-;-;Paisagem clássica;-;Sigilo = selo. O que está selado [apocalipse]...;-;-;-;A lenta morte do pessedismo;-;-;-;Jubileu está de volta;-;-;-;-;-;O apocalipse viaja de avião;-;-;-;Lisboa urgente...;-;-;-;-;O velho, que tem um calo na alma...;-;-;A morte de Israel;-;-;-;É preciso estar sempre...;-;-;A paixão continua;-;-;-;-;O santo/O mártir do nada/O cãozinho;-;-;Impunidade/A sereia e  o sena;O guarda do anjo;-;-;-;-;Hoje tornou-se moda...;-;-;-;-;-;A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;-;-;-;-;-;-;-;Autorretrato;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Rato na calha. Lex gemendo, chorando...;-;-;-;Na noite em que todos dormem...;-;-;[Folheto];-;Subiram nas pedras do Arpoador...;-;-;-;A arte de Conceição Piló;-;-;Abaixo o pessimismo;-;-;-;Boa tarde, hipodigma;A pesca;-;-;-;O braço direito: dossiê (Dissipação, a palavra é esta...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El brazo derecho;Que fazer?;Minas, agora, para sempre;Um biscoito que virou pirâmide;O elo partido;A tirana;O braço direito: dossiê (BD: Um morcego pretinho...);O braço direito: dossiê (Rebus: logogrifo acompanhado de...);Há muitos anos resolvi escrever...;Há sujeitos que cabem dentro...;Há momentos de uma espécie de delírio...;Evocação do Recife/Depoimento do modelo/Itinerário de Pasárgada;A quem, meu Deus, a quem?;A tragédia de Euclides;Aí vem o lobo mau;Antero de Quental, santo ou dissidente?;Aquele poeta lá do sul;As duas mortes de Maria da Abadia;Balada do homem de fora;A boca do inferno;Bye-bye, concorde;Soneto do mar e de mim;O falso vampiro;Soneto do Rio Parnaíba;Comentário sobre o animal racional
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Boa tarde, hipodigma
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
9 de agosto de 1977