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São Domingos e a Embarcadeira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0042.jpg
São Domingos e a Embarcadeira
São Domingos e a Embarcadeira, com a vista do Rio de Janeiro ao fundo (destacando-se seus morros). O bairro, um dos mais antigos de Niterói, era área pertencente à Sesmaria dos Índios. Foi ocupado pelo colonizador português, que em suas terras estabeleceu uma plantação de cana de açúcar e um engenho, além de fundar uma pequena igreja, a atual Igreja de São Domingos. Por volta de 1816, uma visita de D. João VI impulsionou o desenvolvimento do povoado fundado em torno do Largo de São Domingos. Um Alvará Régio elevou o povoado à condição de Vila Real, estabelecendo sua sede em São Domingos da Praia Grande. No entanto, por ser a área do largo pequena para o estabelecimento de prédios como o da Câmara e o da Cadeia, a sede da Vila foi deslocada para outro local, conhecido como antigo Campo de Dona Helena. A praia de São Domingos foi um importante porto de embarque e desembarque de vapores que faziam a comunicação entre o Rio e Niterói.
Georges Leuzinger
São Domingos
circa 1865

Pedra de Itapuca e o Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0067.jpg
Pedra de Itapuca e o Rio de Janeiro
Pedra de Itapuca, em Icaraí, e ao fundo, do outro lado da baía, a cadeia de montanhas que circunda a cidade do Rio de Janeiro, em vista a partir de Niterói. Em tupi-guarani Itapuca significa pedra furada. Até meados do século XIX a pedra era na verdade uma estrutura rochosa em forma de arco com um buraco no meio, só que parte dela foi demolida para facilitar a circulação entre as praias das Flexas e de Icaraí, com um cais e uma rua que fazia ligação ao bairro do Ingá.
Georges Leuzinger
Praia de Icaraí
circa 1867