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Praça Gonçalves Dias
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Praça Gonçalves Dias
A Praça Gonçalves Dias, também conhecida como Largo dos Amores ou Largo dos Remédios, fica localizada no final da Rua dos Remédios, em frente à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, protetora do comércio e da navegação. A Praça Gonçalves Dias, juntamente com o seu conjunto arrquitetônico e paisagístico, surgiu em função da igreja de mesmo nome que foi responsável, no início do século XVIII, pela primeira urbanização daquela área, primitivamente chamada de Ponta do Romeu. O monumento em homenagem ao poeta Gonçalves Dias, construído com verbas de uma subscrição pública, teve sua pedra fundamental lançada em 10 de agosto de 1872, tendo sido inaugurado em 07 de setembro de 1873. Local de grande interesse paisagístico pela ampla vista sobre o Rio Anil, reúne um imponente conjunto arquitetônico.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910

Largo do Quartel
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Largo do Quartel
Vista do antigo Largo do Quartel, jardim público arborizado, ladeado por rua calçada com paralelepípedos e edificação que abriga o quartel. Atualmente é chamado Praça Deodoro. A Praça Deodoro é uma praça histórica e está dentro de uma zona de tombamento, Sua origem está ligada à presença, outrora, do 5º Batalhão de Infantaria, primeiro quartel português do Brasil Colonial. Na última década do século XIX, surgiu à direita do quartel um passeio público denominado Praça Bolívar. a praça sofreu uma reforma em 1911. O quartel foi demolido nos anos 1940.
Autoria não identificada
Centro
circa 1911

Edifício São Luís em ruínas, antes do restauro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Edifício São Luís em ruínas, antes do restauro
O edifício São Luís é considerado o maior prédio de azulejos coloniais do país. Foi construído no século XIX e apresenta três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses azuis e brancos, beiral em telha de faiança e base dos cunhais em cantaria. Em 1969 sofreu um incêndio que destruiu por completo seu interior. Reformado em 1976 pela Caixa Econômica Federal, funciona hoje como uma agência do banco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s

Sobrado com varanda lateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado com varanda lateral
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Edifício Museu do Estado - piso do vestíbulo de entrada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Edifício Museu do Estado - piso do vestíbulo de entrada
O Museu Histórico e Artístico do Maranhão, instalado no Solar Gomes de Sousa, foi inaugurado em 1973 e reconstitui ambientes de casas maranhenses do final do século XIX e início do século XX. O solar foi construído em 1836 pelo major Inácio José Gomes de Sousa, que nela morou até 1857, quando vendeu o imóvel para a família Colares Moreira. Em 1918 foi novamente vendido para a família de José Francisco Jorge, que a habitou até 1967, quando foi vendido para o Governo, com o objetivo de inaugurar o museu.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Sol ; Centro
1970s

Vista geral do casario e da Catedral de São Luíz
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista geral do casario e da Catedral de São Luíz
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrado
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s

Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s

Sobrado São Luís, antes do restauro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado São Luís, antes do restauro
O edifício São Luís é considerado o maior prédio de azulejos coloniais do país. Foi construído no século XIX e apresenta três pisos, com duas fachadas revestidas de azulejos portugueses azuis e brancos, beiral em telha de faiança e base dos cunhais em cantaria. Em 1969 sofreu um incêndio que destruiu por completo seu interior. Reformado em 1976 pela Caixa Econômica Federal, funciona hoje como uma agência do banco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Gonçalves Dias ; Centro
1970s