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Edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Edifício Martinelli
Edifício Martinelli, construído entre 1925 e 1929 pelo empresário italiano Giuseppe Martinelli, visto do vale do Anhangabaú. Situa-se entre a avenida São João, a rua Líbero Badaró e a rua São Bento. O edifício, na época o mais alto e o maior em área construída na capital paulista, seria ocupado plenamente apenas em meados dos anos 30.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, eixo de expansão da área central da cidade, próximo à esquina da rua Ipiranga. A avenida passa a receber grandes edifícios comerciais e residenciais, reflexo da importância da região, como indica o conjunto de apartamentos em estilo art déco, na esquina da rua Timbiras, à direita. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Avenida São João
Avenida São João, próximo à esquina da rua Ipiranga. O luminoso em neon do Ufa-Palace, ao fundo, indica a abertura das primeiras grandes salas de cinema, o que justificará a identificação da região como Cinelândia. O Ufa, posteriormente denominado Art Palácio, inaugurado em 1936, com projeto de Rino Levi, seria seguido por vários outros, como o Cine Metro, em 1938, o Broadway e o Ritz, em 1941 e 1943 respectivamente. Ao fundo, o prédio Martinelli.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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Panorama do vale do Anhangabaú
Panorama do vale do Anhangabaú, em imagem feita a partir do hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. Em primeiro plano, os jardins da esplanada do teatro e do parque do Anhangabaú. Ao fundo, à esquerda, um dos palacetes Prates, à rua Líbero Badaró e, atravessando o novo viaduto do Chá, em fase de finalização, vê-se, em obras, o edifício-sede do grupo industrial Matarazzo (IRFM).
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

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Arquivo/Coleção: Claude Lévi-Strauss
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O "Centro Novo", visto a partir do hotel Esplanada
Vista do chamado "Centro Novo", região compreendida entre a rua 7 de Abril, a praça da República e a avenida São João, a partir do Hotel Esplanada, atrás do Teatro Municipal. No centro da imagem pode-se ver o Teatro Santana, na rua 24 de Maio e, à sua direita, o edifício alto que abrigava a galeria comercial Guatapará, uma das mais antigas da região. A loja Mesbla, em primeiro plano, ainda com a denominação Mestre e Blatge, mudaria anos depois para edifício ao lado da galeria, na esquina com a rua Dom José de Barros.
Claude Lévi-Strauss
Centro
circa 1937

Largo da Sé
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Largo da Sé
Largo da Sé, trecho da atual praça da Sé, após a demolição da antiga catedral e da igreja de São Pedro da Pedra. À esquerda, embocadura da rua 15 de Novembro; o edifício com mansarda indica esquina com largo do Tesouro. À direita da imagem, quadra atualmente ocupada por edifício da Caixa Econômica Federal, com rua da Fundição, atual Floriano Peixoto, ao fundo.
Vincenzo Pastore
Centro
circa 1912

Procissão na rua Direita
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Procissão na rua Direita
Cena de procissão na rua Direita, realizada provavelmente a partir do edifício onde se localizava o estúdio do fotógrafo, no número 24-A, em direção à rua São Bento. Notar, no primeiro plano à direita, detalhe do mostruário de fotos de Pastore, com seus "retratos mimosos", formato por ele e criado para colar os retratos que produzia.
Vincenzo Pastore
Centro
circa 1910

Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não se encontrava em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922. Já o Hotel Esplanada, por muito tempo considerado o mais elegante da capital paulista, foi construído em 1923 pelos arquitetos Viret e Marmorat, era ponto de encontro da elite paulistana nos animados bailes que promovia. Atualmente é sede do Grupo Votorantim.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Movimento de pedestres e automóveis na rua 15 de Novembro, Centro. Ao fundo, a praça da Sé.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940