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Praça do Correio
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça do Correio
Movimento de pedestres, automóveis e bonde na praça do Correio. O quarteirão à esquerda desapareceu com a abertura da avenida Prestes Maia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Rua do Seminário
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Rua do Seminário
Rua do Seminário, com calçamento de paralelepípedos, rumo à praça do Correio. Ao fundo, o edifício Martinelli.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Detalhe das fachadas do Teatro Municipal e do Hotel Esplanada
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não se encontrava em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922. Já o Hotel Esplanada, por muito tempo considerado o mais elegante da capital paulista, foi construído em 1923 pelos arquitetos Viret e Marmorat, era ponto de encontro da elite paulistana nos animados bailes que promovia. Atualmente é sede do Grupo Votorantim.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Archive/Collection: Hildegard Rosenthal
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Automóveis e pedestres na rua 15 de Novembro
Movimento de pedestres e automóveis na rua 15 de Novembro, Centro. Ao fundo, a praça da Sé.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Pedestres na praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Pedestres na praça do Patriarca
Movimento de pedestres na praça do Patriarca. À esquerda se pode ver a loja de departamentos Ao Preço Fixo, que ocupou o lugar do Mappin, recém transferido para o praça Ramos de Azevedo. À direita, parte da fachada da igreja de Santo Antônio.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Estacionamento de automóveis na praça da Sé, defronte à catedral, intenso movimento de pedestres e ônibus. A faixa, ao centro, da imagem informa "São Paulo inaugura seu estádio municipal em 27 de abril de 1940". No canto esquerdo, o marco zero da cidade.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Edifícios da rua Marconi, vistos a partir do viaduto Santa Ifigênia.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Edifícios da rua Marconi, vistos a partir do viaduto Santa Ifigênia.
Rua Marconi, antes da abertura que a ligaria à avenida São Luís. Ao fundo, a praça D. José Gaspar.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Praça da Sé
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé
Grande movimento de pedestres e veículos na praça da Sé, defronte à catedral ainda em construção. A área central da praça é usada como estacionamento de automóveis.
Hildegard Rosenthal
Centro
1940

Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
O Largo ou Praça da Sé é contemporâneo à formação da cidade de São Paulo, e foi idealizada para abrigar as igrejas de São Pedro e da Sé, demolidas em 1911 e 1912 para que o tamanho da praça fosse aumentado. A demolição ocorreu na mesma época em que ruas eram alargadas e redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas promovidas na cidade no início da República. Em 1934 a praça foi intitulada o marco zero da cidade, e na década de 1950 passou por uma processo de reurbanização por conta das comemorações dos 400 anos de São Paulo, nessa mesma época, foi inaugurada a Catedral da Sé como é encontrada hoje. A praça está situada na conjunção das ruas 15 de Novembro e Direita.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940