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Paranoia: “porres acabando lentamente"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “porres acabando lentamente"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoa deitada em escadaria na rua. Parte de automóvel (fusca) visível ao fundo.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “os comerciantes são piedosos"
Cenas da cidade de São Paulo. Pessoas passam por loja com vitrines e letreiro onde se lê "um presente para você".
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “inventando a loucura e o arrependimento de Deus"
Cenas da cidade de São Paulo. Dois cachorros, um com vestimentas.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “Olho para os adolescentes"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “Olho para os adolescentes"
Cenas da cidade de São Paulo. Grupo de jovens conversa em um parque, com bicicletas e motocicleta apoiadas em árvore.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Feira de Penedo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira de Penedo
Feira de artesanato em Penedo, Alagoas, região rica em artesãos. Predominam as esculturas, em madeira, pedra, calcário, gesso e barro, e também são confeccionados objetos em couro, palha, fibra e casca de coco. Tudo isso é comercializado em grandes mercados abertos. A cidade, localizada na foz do rio São Francisco, ergue-se sobre um rochedo e é considerada importante para o controle do rio. Sua colonização inicial foi feita por portugueses, mas no século XVII, quando da invasão holandesa no Nordeste, a cidade foi conquistada por Maurício de Nassau. Durante a invasão, Nassau lá instalou o forte que leva seu nome. Penedo carrega também a marca dos missionários franciscanos, que ergueram igrejas e conventos na cidade.
Marcel Gautherot
Penedo
circa 1956

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

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