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Aqueduto da Carioca - Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0029.jpg
Aqueduto da Carioca - Arcos da Lapa
O Aqueduto da Carioca, mais conhecido hoje como Arcos da Lapa, foi construído em 1740 como esforço de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. Somente em 1896 é que o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. A construção, feita de granito, argamassa de cal, areia e azeite de peixe, foi posta a teste antes de ser adaptada ao serviço de transporte.
Autoria não identificada
Atual praça Cardeal Câmara ; Lapa
circa 1890

Vista do Catete e de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0054.jpg
Vista do Catete e de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de 1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. À direita da fotografia vemos o morro de Nova Cintra, chamado outrora de "Mato do Balaio" porque aí um homem escravizado escondeu um balaio cheio de coisas valiosas roubadas de uma casa próxima, segundo Brasil Gerson.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0055.jpg
Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado, Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0056.jpg
Enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0057.jpg
Botafogo com o Corcovado ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Dois Irmãos e Lagoa Rodrigo de Freitas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0059.jpg
Dois Irmãos e Lagoa Rodrigo de Freitas
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índigenas de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde funcionava o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a rua Humaitá) até a Gávea, e de Copacabana até o final do Leblon. Ao fundo vemos o Morro Dois Irmãos.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

A Glória vista do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0129.jpg
A Glória vista do Castelo
A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880