Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Avenida Central - edifícios em contrução
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008OBAC039.jpg
Avenida Central - edifícios em contrução
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1906

Avenida Central; tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002008OBAC038.jpg
Avenida Central; tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro
Avenida Central em direção às obras do Porto, na Prainha.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1906

Copacabana na altura do Posto 6
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV026.jpg
Copacabana na altura do Posto 6
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por mercadores de prata, que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru. À direita, na esquina da Avenida Atlântica com a atual Rua Francisco Otaviano, encontra-se o restaurante "Mère Louise", que já existia em 1903. Sua proprietária era a francesa Mme. Louise Chabas (1843 - 1918). Em 1907, passou a ser também um dos cabarés mais famosos do Brasil. Era também um hotel. Ela vendeu o estabelecimento, em torno de 1911, para a Companhia Cervejaria Brahma. Continuou funcionando e também era chamado de Restaurante Igrejinha. Foi demolido em 1934. Em 1935, no local, foi aberto o Casino Balneario Atlantico, demolido na década de 1970. Em 1974, foi lançado o Shopping Cassino Atlântico e um hotel. O Hotel Rio Palace foi inaugurado, em 1979, e depois foi arrendado pelo Grupo Accor dono da marca Sofitel. O Hotel Fairmont Copacabana substituiu o Sofitel, tendo sido aberto em 2019.
Torres
Copacabana
circa 1907

Vista de Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV025.jpg
Vista de Botafogo com o Corcovado ao fundo
Torres
Botafogo
circa 1904

Vista da Avenida Beira-Mar em construção
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV023.jpg
Vista da Avenida Beira-Mar em construção
A avenida Beira-mar foi idealizada quando Pereira Passos era prefeito do Rio e Rodrigues Alves presidia o Brasil, a Avenida Beira Mar foi inaugurada em 1906 (mas as obras seguiram até o ano seguinte), no auge das modernizações promovidas na cidade do Rio de Janeiro.
Torres
Praia do Flamengo ; Flamengo
1904

Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV021.jpg
Murada da Glória; ao centro, o relógio da Glória
Localizado na rua da Glória, em frente à Cândido Mendes, o relógio foi instalado na gestão do prefeito Pereira Passos, em uma ação de embelezamento do bairro. Pereira Passos mandou retirar a balaustrada de bronze que circulava a Praça Tiradentes, no Centro do Rio, e transferi-la para a Avenida Augusto Severo. O Relógio teve a finalidade de arrematar o conjunto. A inauguração se deu no dia 15 de abril de 1905. À época, foi a Companhia de Ferro Carril do Jardim Botânico (também responsável pelos bondes da cidade) quem fez a iluminação do Monumento, que é formado por uma coluna de 7,5 metros de altura. A máquina do Relógio foi instalada pelo relojoeiro alemão Frederich Krussman. O material utilizado na construção da peça é francês.
Torres
Glória
circa 1910

Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002008AV020.jpg
Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, construído em 1858, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. O mercado veio a se transformar em um cortiço, demolido pelo prefeito Pereira Passos, e substituído por uma praça (no atual Largo da Glória).
Torres
Glória
1904

Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV019.jpg
Praia de Santa Luzia; à direita, o Passeio Público
Até 1905, a praia de Santa Luzia era uma opção de lazer para a população carioca, que a usava para banhos de mar. Naquele ano, o prefeito Pereira Passos mandou construir no local garagens para os barcos dos clubes de remo. Foi o início da descaracterização da praia. Em 1922, com a derrubada do Morro do Castelo, foi construída a Esplanada do Castelo, mas ainda era possível nadar na praia de Santa Luzia, mesmo com a diminuição da faixa de areia. Na década de 1930, a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont eliminou o que restava da praia e da Ponta do Calabouço.
Torres
Praia de Santa Luzia, atual avenida Augusto Severo ; Centro
circa 1910

Docas do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002008AV015.jpg
Docas do Mercado da Praia do Peixe
A Praia do Peixe, que ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal, era o endereço do mercado municipal; primeiro ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Sua construção teve início em 1825 e ficou pronta em 1841. Quando o prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade, o mercado (que já havia sido em parte destruído por um incêndio, em 1904) foi demolido (1911) e em seu lugar foi erguido um prédio metálico, construído na Inglaterra e na Bélgica, projetado por Alfredo Azevedo Marques. Cinco torres metálicas delimitavam seu espaço. Hoje, apenas uma, na qual funciona o restaurante Albamar está de pé. Ao lado do mercado havia ainda um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Torres
Centro
circa 1885