Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
Escultura "Edificação", de André Bloc
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA19389.jpg
Escultura "Edificação", de André Bloc
Inaugurado em 30 de junho de 1958. O Palácio da Alvorada, localizado às margens do Lago Paranoá, é a residência oficial do Presidente da República e foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília em Junho de 1958. É uma construção revestida de mármore e fachada de vidro, sustentada por colunas brancas que se abrem em semicírculos. Projetado por Oscar Niemeyer, tornou-se símbolo do Movimento Moderno da arquitetura brasileira, do progresso cultural e técnico do Brasil. Suas elegantes colunas deram forma ao brasão do Distrito Federal. Seu nome foi dado por Juscelino Kubitschek, que o justificou dizendo que Brasília era a alvorada de um novo dia para o Brasil. (Capela do Palácio da Alvorada agregada). Escultura de André Bloc, Edificação, no salão de banquetes.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada ; Setor de Hotéis e Turismo Norte
circa 1959

Tapeçaria de Burle Marx, na Sala Brasília - "Vegetação do Planalto Central"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPA27860.jpg
Tapeçaria de Burle Marx, na Sala Brasília - "Vegetação do Planalto Central"
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

Tapeçaria de Burle Marx, na Sala Brasília - "Vegetação do Planalto Central"
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010DFPS27865.jpg
Tapeçaria de Burle Marx, na Sala Brasília - "Vegetação do Planalto Central"
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

"Pássaro em Fogo". escultura de Luiza Miller
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPS27879.jpg
"Pássaro em Fogo". escultura de Luiza Miller
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A escultora carioca Luiza Miller (1917 - 2003) foi morar em Paris em 1947, já casada com o jornalista norte-americano James Irvin Miller. Era bisneta de José Bonifácio (1763 - 1838). Foi aluna do escultor bielorrusso Ossip Zadkine (1890 - 1967). Participou de diversas exposições como a Bienal d´Anvers (1957), na galeria de Seine (1961), no Museu de Artes Decorativas (1962), nos museus Rodin e Galliera (1963) e no Centro Internacional de artes visuais (1963). Ainda em 1963 participou com os artistas plásticos brasileiros Flavio Shiró, Franz Krajcberg, Liuba Wolf , Piza, Sergio Camargo, Sonia Ebling de uma exposição na Galeria do XXéme Siècle, na rue de Cannette, em Paris. No ano seguinte, fez uma exposição retrospectiva de sua obra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1964) e participou na Bienal de São Paulo (1964). Suas obras encontram-se no Museu de Arte Moderna de Paris e do Rio de Janeiro, no Palácio do Congresso, em Paris; no Palácio Itamaraty, em Brasília; no Centro Cultural de Boulogne-Billancourt, na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos; e na Prefeitura de Creteil. Faleceu em Cannes, em 2003.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

"Pássaro em Fogo". escultura de Luiza Miller
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFPS27879_1.jpg
"Pássaro em Fogo". escultura de Luiza Miller
O Palácio dos Arcos, projeto de Oscar Niemeyer é a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty é um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos e circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx, sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A pedra fundamental do palácio foi lançada em 12 de setembro de 1960, no entanto, devido às dificuldades técnicas para atender às inovações do projeto, este só foi efetivamente concluído e inaugurado, no Dia do Diplomata, em 20 de abril de 1970 pelo presidente Emílio Garrastazu Médici e pelo Ministro das Relações Exteriores, embaixador Mário Gibson Barbosa. Projetado por Oscar Niemeyer, a sede do Ministério das Relações Exteriores, também conhecido como Palácio do Itamaraty, caracteriza-se por ser um edifício de planta quadrada, com quatro fachadas iguais, formadas por uma sucessão de arcos circundados por um espelho d'água. O acesso ao prédio se faz através de passarelas. Em seu interior, encontram-se importantes obras, além dos jardins tropicais de Burle Marx. Sua decoração baseia-se no contraste entre o antigo e o moderno. À sua frente, sobre a água, está o "Meteoro", obra de Bruno Giorgi, uma esfera de 50 toneladas esculpida em mármore de Carrara, seccionada em cinco gomos vazados representando os cinco continentes. O Palácio do Itamaraty localiza-se na extremidade leste da Esplanada dos Ministérios. A escultora carioca Luiza Miller (1917 - 2003) foi morar em Paris em 1947, já casada com o jornalista norte-americano James Irvin Miller. Era bisneta de José Bonifácio (1763 - 1838). Foi aluna do escultor bielorrusso Ossip Zadkine (1890 - 1967). Participou de diversas exposições como a Bienal d´Anvers (1957), na galeria de Seine (1961), no Museu de Artes Decorativas (1962), nos museus Rodin e Galliera (1963) e no Centro Internacional de artes visuais (1963). Ainda em 1963 participou com os artistas plásticos brasileiros Flavio Shiró, Franz Krajcberg, Liuba Wolf , Piza, Sergio Camargo, Sonia Ebling de uma exposição na Galeria do XXéme Siècle, na rue de Cannette, em Paris. No ano seguinte, fez uma exposição retrospectiva de sua obra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1964) e participou na Bienal de São Paulo (1964). Suas obras encontram-se no Museu de Arte Moderna de Paris e do Rio de Janeiro, no Palácio do Congresso, em Paris; no Palácio Itamaraty, em Brasília; no Centro Cultural de Boulogne-Billancourt, na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos; e na Prefeitura de Creteil. Faleceu em Cannes, em 2003.
Marcel Gautherot
Palácio Itamaraty (também conhecido como Palácio dos Arcos)
circa 1968

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONDF19624.jpg
Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ONDF19625.jpg
Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Interior do Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF039201.jpg
Interior do Palácio da Alvorada
Thomaz Farkas
Brasília
circa 1959

-
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF039208TO.jpg

Thomaz Farkas
Brasília
circa 1959