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Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores - claustro
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-036.jpg
Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores - claustro
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-035.jpg
Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-025.jpg
Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG004-017.jpg
Antigo Colégio de Nossa Senhora das Dores
O prédio do Colégio de Nossa Senhora das Dores foi erguido entre 1775 e 1800 e ficou conhecido como Casa da Glória porque foi residência de Dona Josefa Maria da Glória. No início do século XIX a casa passou para as mãos da Coroa, para abrigar intendentes de diamantes, e em 1864 passou ao domínio eclesiástico. Logo foi transformada em residência oficial dos bispos de Diamantina, e por volta de 1867 sofreu algumas mudanças para abrigar religiosas da Ordem de São Vicente de Paulo. A casa então tornou-se conhecida como Orfanato e, posteriormente, como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores. Pouco depois as Irmãs adquiriram o edifício do outro lado da rua e, para ligar as casas, mandaram construir uma passarela, conhecida como Passadiço da Glória ou Passarela de Diamantina. Em 1969 pesquisadores alemães compraram a casa e a transformaram no Instituto Eschwege, incorporado à UFMG em 1979.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Solar da Baronesa - Instituto de Música
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-039.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Solar da Baronesa - Instituto de Música, vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA004-007.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música, vista posterior
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Instituto de Música
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-027.jpg
Instituto de Música
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Solar da Baronesa - Instituto de Música - vista posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-067.jpg
Solar da Baronesa - Instituto de Música - vista posterior
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s

Solar da Baronesa - vista do pátio posterior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA001-055.jpg
Solar da Baronesa - vista do pátio posterior
O imponente solar de três andares, instalado no centro histórico de São Luís, foi erguido no século XVII. Conhecido também como Solar Santa Terezinha, funciona como Escola de Música do Estado do Maranhão - Lilah Lisboa, uma homenagem à sua antiga moradora, que era professora de música.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia Grande
1970s