Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
O Trapiche Maxwell
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F03-009.jpg
O Trapiche Maxwell
Em primeiro plano vemos o trapiche Maxwell, um dos muitos armazéns que existiam no porto do Rio de Janeiro. Ao fundo estão as torres da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na Rua Direita (atual Rua Primeiro de Março).
Camillo Vedani
Porto do Rio de Janeiro
circa 1865

Panorama da Marinha da Cidade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F03-019.jpg
Panorama da Marinha da Cidade
Panorama do porto do Rio de Janeiro, com o Morro do Castelo e sua igreja de São Sebastião do lado direito. A Igreja guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. À esquerda, ao fundo, vemos o morro do Pão de Açúcar.
Camillo Vedani
Porto do Rio de Janeiro
circa 1865

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02704-02715.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02704.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02705.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02706.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02707.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02708.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJPO02709.jpg
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro
Com a construção da doca da Alfândega, na década de 1870, os primeiros projetos para o desenvolvimento do porto do Rio de Janeiro começaram a surgir. Até então, funcionava por meio de instalações dispersas, compreendendo os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa. Em 1890, foi autorizado que a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil e a The Rio de Janeiro Harbour and Docks, construíssem um conjunto de cais, armazéns e alpendres: entre a Ilha das Cobras e o Arsenal de Marinha e desde o Arsenal de Marinha até a Ponta do Caju. Em 1903, o governo federal contratou obras de melhoramentos com a firma C.H. Walker & Co. Ltd. Depois foram implantados o Cais da Gamboa e sete armazéns. A inauguração oficial do porto ocorreu em 20 de julho de 1910, passando a ser administrado por Demart & Cia. (1910), Compagnie du Port de Rio de Janeiro (1911 a 1922) e Companhia Brasileira de Exploração de Portos (1923 a 1933). Pela Lei nº 190, de 16 de janeiro de 1936, foi constituído o órgão federal autônomo denominado Administração do Porto do Rio de Janeiro, que recebeu as instalações em transferência ficando subordinado ao Departamento Nacional de Portos e Navegação, do Ministério da Viação e Obras Públicas. Mais tarde, o Decreto nº 72.439, de 9 de julho de 1973, aprovou a criação da Companhia Docas da Guanabara, atualmente Companhia Docas do Rio de Janeiro.
Marcel Gautherot
Porto do Rio de Janeiro
circa 1950