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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF23

Thomaz Farkas
São Cristóvão
1940s

Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0005.jpg
Quinta da Boa Vista
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Posta à venda, a fazenda dividiu-se em chácaras. Uma destas colocava-se numa elevação de terreno às margens dos Rios Joana e Maracanã, de onde se desfrutava uma "boa vista". Quando D. João chegou ao Rio, comprou a propriedade e realizaram-se reformas, ampliações no interior, tornando-se realmente um palácio. No reinado de Pedro II, tomou formas neoclássicas e teve o seu entorno ajardinado por Glaziou entre 1866 e 1876. A Quinta Imperial ficou de tal maneira bela, que levou Oliveira Viana a chamá-la de "Versalhes Tropical". Além de sua beleza e situação, que lhe deram ares de Versalhes, a Quinta tem importância histórica porque lá residiram um rei de Portugal, os dois imperadores e as três imperatrizes do Brasil. Lá também nasceram a futura rainha de Portugal, D. Maria da Glória, e a Princesa Isabel, várias vezes regente, quase imperatriz. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Autoria não identificada
São Cristóvão
circa 1900

Coreto
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-105.jpg
Coreto
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Coreto
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-104.jpg
Coreto
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Lago principal - Templo de Apolo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-103.jpg
Lago principal - Templo de Apolo
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Museu Nacional
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-102.jpg
Museu Nacional
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Museu Nacional
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-101.jpg
Museu Nacional
A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Na República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1970s

Museu do Primeiro Reinado
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-095.jpg
Museu do Primeiro Reinado
O Museu do Primeiro Reinado, também conhecido como Casa da Marquesa de Santos, localizado em São Cristóvão, foi um presente de D. Pedro I à sua célebre amante Domitila de Castro Canto e Melo, elevada à Marquesa de Santos em 1826. Domitila e Pedro I se conheceram em 1822, quando o príncipe regente voltava de uma viagem a Santos. No ano seguinte ele a instalou numa casa na rua Barão de Ubá, e em 1826 transferiu-a para a "Casa Amarela", como ficou conhecido o casarão de São Cristóvão. Pedro I comprou o imóvel do Dr. Teodoro Ferreira de Aguiar e mandou reformá-lo, sob o comando do arquiteto Pedro José Pézerat. A casa ganhou feições neoclássicas, pinturas murais de Francisco Pedro do Amaral e os baixos-relevos internos e externos de Marc e Zephérine Ferrez. Domitila viveu ali até 1929, quando voltou para São Paulo, sua cidade natal. A casa foi transformada em museu no final dos anos 1980.
Augusto Carlos da Silva Telles
São Cristóvão
1970s

Museu do Primeiro Reinado
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-094.jpg
Museu do Primeiro Reinado
O Museu do Primeiro Reinado, também conhecido como Casa da Marquesa de Santos, localizado em São Cristóvão, foi um presente de D. Pedro I à sua célebre amante Domitila de Castro Canto e Melo, elevada à Marquesa de Santos em 1826. Domitila e Pedro I se conheceram em 1822, quando o príncipe regente voltava de uma viagem a Santos. No ano seguinte ele a instalou numa casa na rua Barão de Ubá, e em 1826 transferiu-a para a "Casa Amarela", como ficou conhecido o casarão de São Cristóvão. Pedro I comprou o imóvel do Dr. Teodoro Ferreira de Aguiar e mandou reformá-lo, sob o comando do arquiteto Pedro José Pézerat. A casa ganhou feições neoclássicas, pinturas murais de Francisco Pedro do Amaral e os baixos-relevos internos e externos de Marc e Zephérine Ferrez. Domitila viveu ali até 1929, quando voltou para São Paulo, sua cidade natal. A casa foi transformada em museu no final dos anos 1980.
Augusto Carlos da Silva Telles
São Cristóvão
1970s

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