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Estação de desembarque de Gudajoz
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0006.jpg
Estação de desembarque de Gudajoz
Albert Frisch
Brasil
1868

Vista de Tefé
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0007.jpg
Vista de Tefé
Tefé foi inicialmente colonizada pela Espanha, sendo dominada por Portugal somente a partir do século XVIII, após um longo período de conflitos. A coroa espanhola contava com a ajuda do jesuíta Samuel Fritz, responsável pela fundação de um aldeamento religioso na região. Em 1759 Tefé foi elevada à categoria de vila com o nome Vila de Ega, fazendo parte da capitania de São José do Rio Negro. As discussões sobre limites das terras de Portugal e Espanha persistiam, até que na década de 1780 o português Manoel Lobo D'Almada assumiu a capitania e expulsou definitivamente os espanhóis. Em 1833 o governo da província do Pará assume de vez o controle de Ega, tornando a denominá-la Tefé. Tefé foi elevada à cidade em 1855.
Albert Frisch
Tefé
1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0008.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0012.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Margem do rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0021.jpg
Margem do rio Amazonas
Margem do rio Amazonas em Tefé, município do estado do Amazonas. O rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes no lago Lauri, no Peru, desembocando no Oceano Atlântico junto à Ilha do Marajó, no Brasil. É o rio mais extenso do mundo, com mais de 6.800 km de comprimento e chegando em alguns trechos no período de cheias a alcançar 40 km de largura, sendo responsável por um quinto do volume total de água doce que é lançado nos oceanos em todo mundo.
Albert Frisch
Tefé
1868

Tucumã
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0022.jpg
Tucumã
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Palmiers Tucumans (Astrocaryum Tucuma, Mart.)", na prancha de nº 91.
Albert Frisch
AM
1868

Bacaba
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0026.jpg
Bacaba
A bacaba é uma palmeira de porte alto, nativa da Amazônia, e é mais encontrada nos estados do Amazonas e do Pará. A polpa de seus frutos é utilizada no chamado "vinho de bacaba", enquanto as amêndoas e os restos de macerado da polpa são utilizados na alimentação de animais (suínos e aves). Suas folhas e o tronco também são aproveitadas, sendo empregados como coberturas de moradias e esteio, vigas e cabo de ferramentas, respectivamente.
Albert Frisch
AM
1868

Castanheiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0030.jpg
Castanheiro
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Castanheiro", com a seguinte descrição: (Châtaigne du Pará) (Bertholletia excelsa H. et B.), arbre de 180 pieds de haut, excellent bois de constructions navales. Ses fibres sont la meilleur étoupe pour calfat. Les noix contenues dans des capsules, sont très appréciées en Europe [(Castanheiro do Pará) (Bertholletia excelsa H. e B.), árvore de 180 pés de altura, excelente para construções navais. Suas fibras são as melhores para calafetagem. As nozes contidas em capsulas são muito populares na Europa]", na prancha de nº 54.
Albert Frisch
AM
1868

Sumaúma
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0031.jpg
Sumaúma
A sumaúma é uma árvore característica da região amazônica, podendo atingir de 30 a 40 metros de altura. As raízes, que ajudam em sua sustentação, são usadas pelos índigenas na comunicação pela floresta, feita através de batidas na estrutura. Os frutos possuem uma fibra sedosa, chamada paina, semelhante ao algodão, que envolve a semente e é usada na fabricação de coletes salva-vidas e colchões. A casca da árvore também é aproveitada, para a fabricação de canoas.
Albert Frisch
AM
1868