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Carta da Provincia do Amazonas
Arquivo/Coleção: Martha e Erico Stickel
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Carta da Provincia do Amazonas
Raymundo A. Nery
AM
1870 - 1931

Pôr-do-sol no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0003.jpg
Pôr-do-sol no rio Amazonas
Autoria não identificada
AM
circa 1875

Vista de Tefé
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Tefé
Tefé foi inicialmente colonizada pela Espanha, sendo dominada por Portugal somente a partir do século XVIII, após um longo período de conflitos. A coroa espanhola contava com a ajuda do jesuíta Samuel Fritz, responsável pela fundação de um aldeamento religioso na região. Em 1759 Tefé foi elevada à categoria de vila com o nome Vila de Ega, fazendo parte da capitania de São José do Rio Negro. As discussões sobre limites das terras de Portugal e Espanha persistiam, até que na década de 1780 o português Manoel Lobo D'Almada assumiu a capitania e expulsou definitivamente os espanhóis. Em 1833 o governo da província do Pará assume de vez o controle de Ega, tornando a denominá-la Tefé. Tefé foi elevada à cidade em 1855.
Albert Frisch
Tefé
1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0008.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0012.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Igarapé do Correio
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igarapé do Correio
Igarapés são pequenos cursos de água existentes em grande número na bacia amazônica, funcionando como pequenos braços de rios ou canais. Pouco profundos, correm quase totalmente pelo interior das matas, e em sua maioria apresentam água de coloração escura. Por eles navegam pequenas embarcações e canoas, e são considerados importante vias de transporte e comunicação.
Marc Ferrez
Manaus
1868

Margem do rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Margem do rio Amazonas
Margem do rio Amazonas em Tefé, município do estado do Amazonas. O rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes no lago Lauri, no Peru, desembocando no Oceano Atlântico junto à Ilha do Marajó, no Brasil. É o rio mais extenso do mundo, com mais de 6.800 km de comprimento e chegando em alguns trechos no período de cheias a alcançar 40 km de largura, sendo responsável por um quinto do volume total de água doce que é lançado nos oceanos em todo mundo.
Albert Frisch
Tefé
1868

Tucumã
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Tucumã
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Palmiers Tucumans (Astrocaryum Tucuma, Mart.)", na prancha de nº 91.
Albert Frisch
AM
1868

Bacaba
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Bacaba
A bacaba é uma palmeira de porte alto, nativa da Amazônia, e é mais encontrada nos estados do Amazonas e do Pará. A polpa de seus frutos é utilizada no chamado "vinho de bacaba", enquanto as amêndoas e os restos de macerado da polpa são utilizados na alimentação de animais (suínos e aves). Suas folhas e o tronco também são aproveitadas, sendo empregados como coberturas de moradias e esteio, vigas e cabo de ferramentas, respectivamente.
Albert Frisch
AM
1868