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Vista de casarios e barcos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de casarios e barcos
Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Autoria não identificada
Ladeira Morro da Saúde ; Gamboa
circa 1865

Rocha Brochado
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Rocha Brochado
Retrato de homem em estúdio, em pé, com traje social.
Autoria não identificada
Centro
circa 1865

Engenho São João
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Engenho São João
Engenho São João, no recôncavo açucareiro da Bahia. Pertencia ao visconde de Pedra Branca, que o passou à filha, a condessa de Barral.
Autoria não identificada
Recôncavo Baiano
circa 1865

Chiquinha Gonzaga aos 29 anos (quadro - reprodução)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Chiquinha Gonzaga aos 29 anos (quadro - reprodução)
Chiquinha Gonzaga [Francisca Edwiges Neves Gonzaga] (Rio de Janeiro, 17/10/1847 - Rio de Janeiro, 28/02/1935): compositora, instrumentista (piano) e regente. Co-fundadora da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 17 de outubro, passou a ser o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, através de lei sancionada em 10/05/2012.
Autoria não identificada
circa 1877

Pôr-do-sol no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Pôr-do-sol no rio Amazonas
Autoria não identificada
AM
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua no Pará
É provável que a fotografia seja de Filippo Fidanza. A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairros da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0005.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Cametá, às margens do rio Tocantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Cametá, às margens do rio Tocantins
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875

Ponte Curimá, em Cametá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Ponte Curimá, em Cametá
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875