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Vista para o mar
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista para o mar
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista para o porto e para o mar
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista para o porto e para o mar
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Casas e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casas e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas do Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-021.jpg
Ruínas do Convento do Carmo
O Convento dos Carmelitas foi erguido em 1665 pelos irmãos da ordem dos Carmelitas Calçados, e foi restaurado em 1865 por ordem provincial. A partir de 1890, quando os carmelitas foram despojados de seus bens no Maranhão, o convento foi abandonado e hoje encontra-se em estado de ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Ruínas do Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-020.jpg
Ruínas do Convento do Carmo
O Convento dos Carmelitas foi erguido em 1665 pelos irmãos da ordem dos Carmelitas Calçados, e foi restaurado em 1865 por ordem provincial. A partir de 1890, quando os carmelitas foram despojados de seus bens no Maranhão, o convento foi abandonado e hoje encontra-se em estado de ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-015.jpg
Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A Igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Casas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-002.jpg
Casas
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s