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Montanhas de Teresópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm51-0497.jpg
Montanhas de Teresópolis
A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina.
Georges Leuzinger
Teresópolis
circa 1875

Laranjeiras, Cosme Velho e Corcovado (do Morro da Pedreira)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0044.jpg
Laranjeiras, Cosme Velho e Corcovado (do Morro da Pedreira)
Foto que revela o crescimento de Laranjeiras e sua progressiva urbanização. A rua Nova das Laranjeiras e a Ribeiro de Almeida eram recém construídas. Além disso, a fábrica de tecidos Aliança, fundada em 1870 e localizada onde hoje é a Rua General Glicério, foi um dos fatos mais importantes do bairro na época. A parte alta do bairro recebeu o nome de Cosme Velho por conta de um certo Cosme Velho Pereira, comerciante, que possuía sua chácara no local por volta de 1730.
Georges Leuzinger
Laranjeiras
circa 1875

A Glória e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0052.jpg
A Glória e o Pão de Açúcar
Vista da Glória com a baía de Guanabara e o morro do Pão de Açúcar ao fundo. A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou um novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. À esquerda da imagem vemos ainda a igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, erguida no século XVIII.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0055.jpg
Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado, Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0056.jpg
Enseada de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Botafogo com o Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0057.jpg
Botafogo com o Corcovado ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Casa em Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0058.jpg
Casa em Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0060.jpg
Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1875

Tijuca, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0068.jpg
Tijuca, Rio de Janeiro
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1875