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Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Hotel Villa Moreau
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Villa Moreau
O Hotel Villa Moreau ficava na subida da rua Conde de Bonfim, na Tijuca, e pertencia a uma família de franceses. O hotel, que ficava na encosta de uma montanha, possuía um interessante sistema de bondinhos (plano inclinado) que fazia o transporte dos turistas. Em 1908 o prédio foi comprado pela Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, que aí instalaram o Colégio Regina Coeli.
Marc Ferrez
Rua Conde de Bonfim, Tijuca
circa 1887

Tijuca, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Tijuca, Rio de Janeiro
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1875

Hotel Bennet
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Hotel Bennet
Hotel Bennet, nas montanhas tijucanas. Pertencente a um inglês, possuía instalações consideradas bastante modernas para a época. Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1866

Tijuca
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Tijuca
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Pedras do Quebra Cangalha para baixo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Pedras do Quebra Cangalha para baixo
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1867