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Solar Saldanha - detalhe da portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-003.jpg
Solar Saldanha - detalhe da portada
O Solar do Saldanha, também conhecido com Palácio do Saldanha, tem suas origens em 1699, quando o coronel Antônio da Silva Pimentel adquiriu e derrubou casas dos Terceiros Carmelitas para dar início à construção. O palacete, que apresentava disposição típica dos solares baianos do período, foi implantado no alinhamento da rua, em esquina, e possuía três pavimentos. O primeiro, térreo, era destinado a serviços e comércio; no pavimento nobre ficavam salas destinadas à vida doméstica e uma capela; e no sótão estavam salas e quartos com forro. Na fachada destaca-se a monumental portada de lioz, que se estende à cornija, envolvendo a entrada e janela de púlpito superior. O prédio foi incendiado em 1968 e reformado em 1995.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Guedes de Brito
1970s

Solar Saldanha - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-050.jpg
Solar Saldanha - portada
O Solar do Saldanha, também conhecido com Palácio do Saldanha, tem suas origens em 1699, quando o coronel Antônio da Silva Pimentel adquiriu e derrubou casas dos Terceiros Carmelitas para dar início à construção. O palacete, que apresentava disposição típica dos solares baianos do período, foi implantado no alinhamento da rua, em esquina, e possuía três pavimentos. O primeiro, térreo, era destinado a serviços e comércio; no pavimento nobre ficavam salas destinadas à vida doméstica e uma capela; e no sótão estavam salas e quartos com forro. Na fachada destaca-se a monumental portada de lioz, que se estende à cornija, envolvendo a entrada e janela de púlpito superior. O prédio foi incendiado em 1968 e reformado em 1995.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Guedes de Brito
1970s

Solar Saldanha - portada, detalhe da parte superior
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-073.jpg
Solar Saldanha - portada, detalhe da parte superior
O Solar do Saldanha, também conhecido com Palácio do Saldanha, tem suas origens em 1699, quando o coronel Antônio da Silva Pimentel adquiriu e derrubou casas dos Terceiros Carmelitas para dar início à construção. O palacete, que apresentava disposição típica dos solares baianos do período, foi implantado no alinhamento da rua, em esquina, e possuía três pavimentos. O primeiro, térreo, era destinado a serviços e comércio; no pavimento nobre ficavam salas destinadas à vida doméstica e uma capela; e no sótão estavam salas e quartos com forro. Na fachada destaca-se a monumental portada de lioz, que se estende à cornija, envolvendo a entrada e janela de púlpito superior. O prédio foi incendiado em 1968 e reformado em 1995.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Guedes de Brito
1970s

Solar Saldanha - portada, detalhe da lateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-074.jpg
Solar Saldanha - portada, detalhe da lateral
O Solar do Saldanha, também conhecido com Palácio do Saldanha, tem suas origens em 1699, quando o coronel Antônio da Silva Pimentel adquiriu e derrubou casas dos Terceiros Carmelitas para dar início à construção. O palacete, que apresentava disposição típica dos solares baianos do período, foi implantado no alinhamento da rua, em esquina, e possuía três pavimentos. O primeiro, térreo, era destinado a serviços e comércio; no pavimento nobre ficavam salas destinadas à vida doméstica e uma capela; e no sótão estavam salas e quartos com forro. Na fachada destaca-se a monumental portada de lioz, que se estende à cornija, envolvendo a entrada e janela de púlpito superior. O prédio foi incendiado em 1968 e reformado em 1995.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Guedes de Brito
1970s