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Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Verde é verba
Artigo
Otto Lara Resende
Local não identificado
1982

Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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O gato com o rabo de fora
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
23 de outubro de 1988

O ficcionista é criador e prisioneiro de seu universo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O ficcionista é criador e prisioneiro de seu universo
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
18 de janeiro de 1992

O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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Desculpem, mas esse gato é meu
Crônica
Otto Lara Resende
Local não identificado
1988

Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo
Notícia
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 1948

Oração simples;Odylo.../Dejair Lemos...;-;-;-;Morreu, no dia 23 último...;-;-;-;Os olhos azuis não sofrem...;-;-;A morte de repente, às 7 da manhã;-;-;De um pólo a outro;-;-;-;A paixão segundo J.D.;-;-;Aquilo que aqui falavamos;Tem uma pedra no meio do caminho;-;-;-;Insatisfeito;-;-;-;-;Mulher, porque me persegues...;-;-;-;-;Poemas do André;-;-;-;-;-;-;Aspectos da mobilização das poupanças nos países em vias de desenvolvimento;A pesca;-;-;-;Manifestações de arte erudita e popular...;-;-;Autoridades falam sobre Israel Pinheiro;-;-;-;O hóspede;-;-;-;Na concha de teus ouvidos, descubro...;-;-;[Fotografia];-;-;A última entrevista de Nelson Rodrigues;-;-;-;-;A arte do bem comer em Eça de Queirós;-;-;-;ABC da Reforma Democrática;-;-;-;-;-;-;-;A mancha do mundo [salmo]...;-;-;O caso do sujeito acidentado...;-;O braço direito: dossiê (Sotero suspendeu com dois dedos...);-;-;O puxa-saco...;-;A conferência do dr. Otto Lara Resende;-;-;-;-;Adeus a Schubert Magalhães;-;-;-;Otto: prisão da simetria...;-;-;-;A lição humanística de Otto Lara Resende;-;O braço direito;-;Brasil em Portugal com Vinicius de Moraes;-;-;-;Jorge Luis Borges;-;-;Há competição, diferença de temperamentos...;-;-;A espécie humana surgiu na pré-história;-;-;-;Meu caro Pio...;-;A língua portuguesa;-;-;-;In cassum frustraque;-;-;-;-;-;Saudação a Dom Quixote;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fogo e omissão;Paris: ida e volta;O príncipe e o sabiá;Mater dolorosa;Atanásio tinha tentado...;O braço direito: dossiê (Encafifado...);Da Vinci trabalhava devagar...;Trouxe os olhos. Não para ver...;O joio e o trigo/Nem luz, nem sombra...;Antissurrealista/Falau na Sorbonne...;A rapaziada que fez Minas transbordar;Aids contraída em transfusão mata humorista Henfil;Almoço;Antigos alunos nomeados para o novo Conselho de Desenvolvimento da PUC/RJ;Banco Central do Brasil. Comunicado mecir nº 38;A boca do inferno;Cabeça baixa, dona Rosane;Se me sobrevier...;Abismo de rosas: uma metáfora vertiginosa?;As cartas de Mário de Andrade
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Brasil em Portugal com Vinicius de Moraes
Artigo
Ruy Diniz Netto
Lisboa
6 de abril de 1969

Águas inimigas;-;A boca do inferno;-;Como todo ano, o ano da graça de 1987...;-;O braço direito: dossiê (Estricnina - alcaloide...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A editora Rocco está comemorando seu primeiro ano de atividades com estes grandes lançamentos;-;-;-;-;[Claire e Clarice];-;O braço direito: dossiê (Rainha do abismo...);-;Bula do egoísmo francês;1. A triste alegria...;-;Tom Sharpe/Wilt...;-;-;-;-;-;-;-;-;Ano bom, bom astral;-;-;-;-;-;-;Apólogo talássico;-;Maria diga por favor;-;-;-;-;-;Ele chega atrasado...;-;-;-;-;-;-;Notas para um poema sobre a tristeza;-;-;-;-;A procura de um lugar no capitalismo. Com identidade e soberania;-;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CCXLIV);-;Fidel: um homem contra o continente;-;-;As vozes arquivadas. Jornal de Verdade deixa seu telejornalismo no Museu da Imagem e do Som;-;Estou na idade...;O quinto cavaleiro do apocalipse;-;-;-;-;-;Inveja e gratidão;-;Sei que estou passando...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A volta do filho pródigo;-;-;Uma cerimônia comemorativa... [Discurso de Afonso Arinos de Melo Franco];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A alegria;-;-;-;-;Aconteceu amanhã;-;Bloch conta;-;Em dezembro de 1938...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As pessoas;O braço direito;Apólogo brasileiro;Está na hora;Isso passa;É possível que algum leitor...;Todos os habitantes...;1º maio de 1922, 4 horas da manhã...;Rua do Matola;Beija-flor que entrou...;Qual a pior - a física ou a moral?...;Saracura. Arrematar saracura...;O braço direito: dossiê (Amigos: Niso e Euríalo...);Juízo final;L'oeil triste des philosophes...;Gaza lâmulas afetado...;Gato - beau gaillan...;Envelhecimento espalhafatoso...;Dekassegui - fenômeno da volta...;Intriga...;Vocês não sabem o que estão perdendo...;A chamada cultura de almanaque;A França e a visita do presidente;A nova dimensão da crise;A televisão e a abertura;Algemas e pássaros;Ausência de Merquior;Braço da direita invade casa de Otto Lara e só acha retratos na gaveta;Tal é o dia do batizado...;Verão;Um livro para desfazer boato;Asilo Santa Leopoldina/Num hotel da Lapa;A besta do apocalipse;Mãe preta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
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Braço da direita invade casa de Otto Lara e só acha retratos na gaveta
Notícia
Não identificado
Local não identificado
1964

-;On est si seul quand...;-;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno, de Otto Lara Resende;-;Boi na linha;-;Enquanto o homem se barbeava...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Ainda uma vez poesia;-;De como o professor Jubileu de Almeida salvará a República;-;-;-;-;-;Brasil, brisa e bichos;-;Era o carnaval...;-;-;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (O carcamano é candidato...);-;-;-;-;A grinalda do touro;-;-;-;-;-;-;Encontro na antessala;As melhores leituras para o ano de 1963;-;-;-;Prof. de piano/Pizzicato, andante...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Associações/Academia belo-horizontina de Letras;-;O fulgurante legado de uma vertigem;Senhor, tu não fizestes...;-;-;-;Era um rapaz forte...;-;-;-;-;-;[Menção à reeescritura de O braço direito];-;-;-;-;-;-;-;Asterisco;-;Definição de quadrúpede;-;Velha chácara;-;-;-;-;-;Circo-lar;-;-;-;Um domingo, quando eras pequeno...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As duas novelas;As grandes amizades;Escuridão ao meio-dia;O velho plantão;Domingo de vista/Visita de domingo;[Otto Lara Resende, do fundo do baú mágico da alma de Minas];Capitão José Joaquim...;Receita nº 2;A ideia de fraternidade está...;A simples tarefa...;O braço direito: dossiê (BD: Levantar nas igrejas...);O sétimo anjo;O braço direito: dossiê (Menino na igreja...);Chorava, lamentava, doída...;Zozi - a partir de certa altura...;O braço direito: dossiê (2. Menino que lambe prato...);Os zeros da canoa furada/Novo zero à esquerda...;Se interrogarmos os primeiros...;1) Na abertura da Jornada...;A constituição que eu vi nascer;A explosão do nobel;A mágica das palavras;A morte nunca me assustou;A perda de Osmar/Televisivos prestigiam Marilda;A velha mágica da medicina;Adeus, Irineu Garcia;Amanhã, às 5 horas da tarde, o presidente da Academia Brasileira,;Antônio's x Florentino;Beca;Poema;Para Otto Lara;A pronúncia brasileira;Por mares que não têm praias;Visitas;Carta-poema consciente
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As melhores leituras para o ano de 1963
Resenha
Não identificado
Local não identificado
1963

-;-;-;Poema;-;-;A charla de um poeta aos 80 anos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Questionário;Antigamente - galochas...;-;-;-;Braga falou do mundo lembrando dos homens;Mãos dadas;-;-;Portrait gallery;O braço direito: dossiê (De cada três pensamentos meus...);-;-;Essa frase convencional...;-;-;-;-;Alguém se lembra de Edvaldo Vidella?;-;A frase;-;-;-;Um menino inútil;-;-;A cidade de Tiradentes...;Rio, 1º maio de 1987...;-;-;-;-;-;Mentirômetro...;-;-;-;-;-;-;E cada vez que saímos...;-;-;-;-;-;Apólogo brasileiro;-;-;-;Outono;-;A vitória universal do cábula;-;-;-;-;-;-;-;-;Todas as tristezas se incorporaram...;-;-;-;-;-;Ressaca de gin é a pior L.F. Verissimo;-;-;-;-;A nova direção de Manchete;-;-;A boa hora;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A cidade é jovem...;-;-;-;-;Inerem à cultura...;-;-;-;-;-;-;-;Ausência de Minas;Interior de uma casa de madeira...;-;-;-;A televisão e a fala que o brasileiro fala;-;-;-;-;-;-;Murka voltou. Primeiro...;Conto de Natal;-;-;-;-;De baratas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Marcha, soldado;O guarda do anjo;Tive o privilégio de escrever...;Claire e Clarice;Tipologia do mineiro;O braço direito: dossiê (D. Larinha, ou irmã...);O braço direito: dossiê (Ele estranha...);Mandruvá/Mandorová...;1. A mosca [Cyro]...;No quarto solitário, apenas um...;José Lins passava toda manhã na redação...;A eleição e a posse;A justa homenagem;A morte descortês de Ivan Ilitch;A propósito de amigos;Agulhas magnéticas;Ano novo palindrômico e capicual;Após a morte, em movimento com relação a Deus;As confissões de Nelson Rodrigues (cap. CXCVII);Asi que pasen cinco años;Bloch: os pés no chão e os olhos voltados para o ano 2000;A boca do inferno;Soneto na morte de José Arthur da Frota Moreira;A guerra conjugal;O redentor;O engenheiro
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Ano novo palindrômico e capicual
Artigo
Jorge Leão Teixeira
Rio de Janeiro
20 de janeiro de 1991