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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Jogo de Capoeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Jogo de Capoeira
Mistura de dança com luta, a capoeira é a mior manifestação folclórica da Bahia. Tem sua origem na África, trazida ao Brasil pelas mãos dos escravos, como forma de defesa. Existem duas vertentes: a Capoeira de Angola e a Regional. Mestre Pastinha é o grande precursor da primeira, e Mestre Bimba, da Regional, diferenciada pela introdução de golpes “ligados” e “cinturados”. A chamada Roda de Capoeira divide-se entre lutadores e instrumentistas, responsáveis pelo tom e marcação dos capoeiristas. O berimbau entoa e guia o ritmo da apresentação.
Marcel Gautherot
Salvador
circa 1946

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1957

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim, é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim, os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1950

Roda de capoeira na Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Roda de capoeira na Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1958

Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1947