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Guerreiros indígenas provavelmente da comunidade Xambioá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0100.jpg
Guerreiros indígenas provavelmente da comunidade Xambioá
Paul Ehrenreich
Rio Araguaia
1894

Indígena do povo Bakairi
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0099.jpg
Indígena do povo Bakairi
O povo Bakairi, originário da região que hoje faz parte do estado do Mato Grosso, foi o primeiro com quem Paul Ehrenreich teve contato durante a segunda expedição ao Alto Xingu.
Paul Ehrenreich
Alto Xingu
1894

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0012.jpg
Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Homens do povo Umauá, da região do rio Solimões no Alto Amazonas, em pé com armas e ornamentos característicos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0007.jpg
Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Pescadores na praia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Pescadores na praia de Copacabana
Augusto Malta
Copacabana
16 de outubro de 1922

Pesca em Paracuru
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010CEPA09381.jpg
Pesca em Paracuru
Paracuru foi fundada em 22 de novembro de 1951 e fica a 87 quilômetros de Fortaleza. Originou-se de uma vila de pescadores à beira mar. Em certa época a vila foi tragada pelas areias das dunas locais, obrigando os moradores a construir uma nova vila em um lugar mais alto e seguro. E foi assim que o Padre João Francisco Nepomuceno da Rocha, nascido no Parazinho, deu início a construção da igreja, edificando ao seu redor as primeiras casas, sendo por esse motivo considerado o “Fundador de Paracuru”. Ainda hoje, resistem ao tempo os currais de pesca artesanal, assim como as jangadas de origem indígena, perpertuam a história dos homens do mar de Paracuru. Fundação: 22 de novembro de 1951 Gentílico: paracuruense Prefeito: Francisco Sidney Andrade Gomes Municípios limítrofes Norte e Leste - Oceano Atlântico; Sul - São Gonçalo do Amarante; Leste - Paraipaba. Distância de Fortaleza, capital do Ceará: 87 km
Marcel Gautherot
Paracuru
circa 1955

Jangadas e jangadeiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Jangadas e jangadeiros
Aquiraz foi a primeira vila da Capitania do Ceará, criada por despacho datado de 13 de fevereiro de 1699, por ordem de El-Rei de Portugal. A jangada é uma embarcação típica dos pescadores do Norte e Nordeste do Brasil, feita geralmente de cinco paus roliços, solidamente ligados entre si e com um mastro. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, viram que apiperi ou a igapeba usada pelos indígenas era igual à jangada vista por eles na Índia, então começaram a chamar a piperi de jangada, que era o nome já conhecido por eles e registrado em livros da época. Os tipos mais populares no nordeste brasileiro são o bote, o piquête e a jangada grande. A maior delas é a de sete paus e, excepcionalmente, há algumas de dez. A mais popular é a de seis, embora o modelo histórico fosse de quatro paus.
Marcel Gautherot
Aquiraz
circa 1955

Jangadas e jangadeiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010CEJA09557.jpg
Jangadas e jangadeiros
Aquiraz foi a primeira vila da Capitania do Ceará, criada por despacho datado de 13 de fevereiro de 1699, por ordem de El-Rei de Portugal. A jangada é uma embarcação típica dos pescadores do Norte e Nordeste do Brasil, feita geralmente de cinco paus roliços, solidamente ligados entre si e com um mastro. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, viram que apiperi ou a igapeba usada pelos indígenas era igual à jangada vista por eles na Índia, então começaram a chamar a piperi de jangada, que era o nome já conhecido por eles e registrado em livros da época. Os tipos mais populares no nordeste brasileiro são o bote, o piquête e a jangada grande. A maior delas é a de sete paus e, excepcionalmente, há algumas de dez. A mais popular é a de seis, embora o modelo histórico fosse de quatro paus.
Marcel Gautherot
Aquiraz
circa 1955

Jangadas e jangadeiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010CEJA09556.jpg
Jangadas e jangadeiros
Aquiraz foi a primeira vila da Capitania do Ceará, criada por despacho datado de 13 de fevereiro de 1699, por ordem de El-Rei de Portugal. A jangada é uma embarcação típica dos pescadores do Norte e Nordeste do Brasil, feita geralmente de cinco paus roliços, solidamente ligados entre si e com um mastro. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, viram que apiperi ou a igapeba usada pelos indígenas era igual à jangada vista por eles na Índia, então começaram a chamar a piperi de jangada, que era o nome já conhecido por eles e registrado em livros da época. Os tipos mais populares no nordeste brasileiro são o bote, o piquête e a jangada grande. A maior delas é a de sete paus e, excepcionalmente, há algumas de dez. A mais popular é a de seis, embora o modelo histórico fosse de quatro paus.
Marcel Gautherot
Aquiraz
circa 1955

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