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Mulheres no mercado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mulheres no mercado
Quatro mulheres negras, quitandeiras, com vestimentas típicas vendendo frutas dispostas em cestos, junto a muro de pedras. Ao fundo, à esquerda, vê-se um galpão com três homens em pé.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1875

Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Retrato de mulher negra de perfil, com vestimentas brancas e turbante na mesma cor, enrolada num manto listrado. Carrega cesto de bananas na cabeça e criança nas costas, enrolada no manto listrado.
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Embarque de Café
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Embarque de Café
Embarque de café no porto de Santos, que inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Guilherme Gaensly
Porto
1900s

Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Demolição do Morro do Castelo para a construção da avenida Central
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905.
Torres
Morro do Castelo
1904

Engenheiros na Avenida Central
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Engenheiros na Avenida Central
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco
1904

Construção da Avenida Central - entre os presentes, o engenheiro Miguel Bacellar preparando o nivelamento dos terrenos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - entre os presentes, o engenheiro Miguel Bacellar preparando o nivelamento dos terrenos
Ao fundo a antiga Casa Hasenelever.
Torres
Avenida Central, atual avenida Rio Branco ; Centro
1904

Paranoia: "brinco imenso"
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: "brinco imenso"
Cenas da cidade de São Paulo. Perfil de rosto de mulher com brinco.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Paranoia: “as brancas lacerações"
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Paranoia: “as brancas lacerações"
Cenas da cidade de São Paulo. Grupo de crianças jogando futebol em parque arborizado.
Wesley Duke Lee
São Paulo
1963

Escultor na areia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escultor na areia de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Thomaz Farkas
Praia de Copacabana
1940s

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