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Trabalhadores de fundição
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Trabalhadores de fundição
Dois operários trabalhando em formas de fundição.
Alice Brill
São Paulo
circa 1955

Comércio de flores na avenida Dr. Arnaldo
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Comércio de flores na avenida Dr. Arnaldo
Transeuntes comprando flores expostas na avenida Dr. Arnaldo. Ao fundo, vê-se a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O comércio de flores na rua permanece até hoje, substituído por barracas em toda a extensão da calçada do Cemitério do Araçá, que fica defronte a Faculdade de Medicina, e não é visto na imagem.
Alice Brill
Cerqueira César
circa 1953

Casarão de Ubatuba
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Casarão de Ubatuba
Fachada de casarão, atual sede da Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba (FUNDART).
Alice Brill
Praça Anchieta
circa 1956

Burle Marx e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Burle Marx e sua obra
Burle Marx em frente a painel de sua autoria, executado em 1949 pelo ateliê Osirarte.
Alice Brill
São Paulo
circa 1954

Yolanda Mohalyi
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Yolanda Mohalyi
Retrato de Yolanda Mohalyi com cachorro de estimação. Yolanda Lederer Mohalyi nasceu em Kolozsvar (Transilvânia, Hungria - atualmente Cluj Napoca, Romênia), em 1909, e faleceu em São Paulo, em 23 de agosto de 1978. Estudou na Academia Real de Belas Artes de Budapeste e na Escola Livre de Nagvgania. Chegou ao Brasil em 1931, fixando residência em São Paulo. Lecionou na Faap e, em 1935, estudou pintura com Lasar Segall. Integrou o Grupo dos Sete, por volta de 1937, ao lado de Victor Brecheret, Antonio Gomide e Elisabeth Nobiling, entre outros, mas a grande amizade que marcou sua carreira foi a de Lasar Segall. Em 1951 realizou suas primeiras xilogravuras com Hansen Bahia. Nas décadas de 1950 e 1960 realizou vitrais e mosaicos para residências particulares e igrejas. Era profundamente religiosa e a arte que praticava, conforme suas próprias palavras, adquiriu um sentido místico cósmico. Parte do acervo pessoal da artista, após a morte, foi doado pelos seus herdeiros ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, o qual também ficou com os arquivos da pintora, pelos quais é possível reconstituir sua trajetória, desde a chegada ao Brasil. A obra de Yolanda Mohalyi caminha de um figurativismo inicial que tematiza o ser humano e o social para o abstracionismo informal do final da carreira.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Karl Plattner
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1105.jpg
Karl Plattner
Alice Brill
São Paulo
circa 1953

Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
O escultor Mário Cravo Junior em seu ateliê, ao lado de sua obra 'O Cangaceiro', esculpida em madeira.
Alice Brill
Largo da Barra
1953

Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Felicia Leirner em seu atelier, ao lado da obra "Figura Clássica", feita em bronze, com 1,84 metros de altura, realizada em 1950. A obra foi exposta na 1ª. Bienal de São Paulo, em 1951, e encontra-se hoje no Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão. Leirner nasceu em Varsóvia, Polônia, em 1904, e faleceu em Campos do Jordão, em 1996. Mudou-se para o Brasil em 1926, iniciou seus estudos como aluna no ateliê de Victor Brecheret em 1948 e estudou pintura com Yolanda Mohalyi. Casou-se com Isai Leirner, industrial que teve importante papel de mecenato no cenário das artes paulistas na década de 40 e foi um dos fundadores e diretores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de criador do prêmio Leirner de Artes Visuais. Em 1965, Felicia passou a residir em Campos do Jordão, onde em 1978 foi inaugurado o Museu Felicia Leirner, com 108 esculturas ao ar livre.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Mario Zanini e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Mario Zanini e sua obra
Retrato de Mario Zanini com uma de suas obras. Mario Zanini, filho de imigrantes italianos de procedência humilde, nasceu em 1907, no Cambuci, em São Paulo. Faleceu em 1971, sua última moradia foi em um sobrado da travessa Ana Neri, número 1.113, na Mooca, que lhe serviu de ateliê de 1967 até então.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

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