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Marcel Gautherot aos pés do profeta Jonas, escultura do Aleijadinho
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Marcel Gautherot aos pés do profeta Jonas, escultura do Aleijadinho
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Jonas é filho de Amitai, da tribo de Zebulão, de Israel – viveu no norte daquela região na época de Jérobam II. Teve como missão admoestar os habitantes da capital da Assíria, Nínive, para que se arrependessem de suas crueldades, porém sem sucesso. Naum, posteriormente previu sua destruição. Jonas ao sentir que seria morto, fugiu para Tarsis e durante uma tempestade no mar foi engolido por uma baleia e lá permaneceu por três dias e três noites. A ele é atribuído os escritos do livro de Jonas do Antigo Testamento datado de 585 a.C.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Profeta Ezequiel
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Profeta Ezequiel
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Profeta Ezequiel
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com crianças
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com crianças
Igreja de Bom Jesus do Matosinhos, cuja construção foi iniciada em 1757, na então Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Congonhas, hoje Congonhas do Campo, pelo português Feliciano Mendes. Foi inspirado nos santuários do Bom Jesus do Matosinhos, nas imediações da Cidade do Porto, e do Bom Jesus de Braga, ambos em Portugal. Os destaques do santuário mineiro são os 12 profetas feitos em pedra sabão por Aleijadinho dispostos no adro da igreja e as capelas que representam os Passos da Paixão de Cristo, com imagens do artista mineiro, ao longo da encosta do Morro do Maranhão.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel, com crianças
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGCC15131.jpg
Profeta Ezequiel, com crianças
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel, com crianças
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGCC15132.jpg
Profeta Ezequiel, com crianças
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957

Profeta Ezequiel, com crianças
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGCC15133.jpg
Profeta Ezequiel, com crianças
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985. O profeta Ezequiel viveu o exílio da Babilônia em 597 A.C. Exerce a função de dar boas vindas ao conclamar o fiel à subida das escadarias até o encontro com o Cristo no Calvário, ponto culminante no retábulo mor, no interior do santuário. Mesmo sendo conhecido como o profeta do exílio por ter sido banido para a Babilônia com o povo de Israel, seu passo é discreto, aparecendo apenas um dos pés. Seu gesto é de chamado, pregando em terras distantes com palavras proféticas quase catastróficas.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1957