Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Autoridades dentro do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AM001003.jpg
Autoridades dentro do Palácio Guanabara
Homens em grupos, conversando em salão do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
20 de agosto de 1913

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AM005001.jpg
Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AM005002.jpg
Inauguração da Estátua da Amizade em frente a Igreja de Santa Luzia
Inaugurado em 4 de julho de 1931, o monumento à amizade Brasil-Estados Unidos nos foi presenteado por uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio, por conta da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil. Localizava-se inicialmente na Praça Estados Unidos, tendo sido reinaugurada em 1942 na Praça 4 de Julho, em frente à Embaixada Americana. O monumento, obra do escultor Charles Keeke, representa uma mulher de pé sustentando com a mão direita uma palma de louros e com a esquerda as bandeiras brasileira e norte-americana. No pedestal do monumento há dois medalhões e logo abaixo a inscrição "Amizade do povo americano ao povo brasileiro 07/09/1822- 07/09/1922".
Augusto Malta
Centro
4 de julho de 1931

Igreja e Convento do Colégio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMI010010.JPG
Igreja e Convento do Colégio
Multidão reunida no Largo do Palácio para uma parada do corpo policial da província. O Largo do Palácio, berço da cidade, foi inicialmente chamado Pátio do Colégio, pois foi aí que instalou-se o Colégio dos Jesuítas, O local passou então a ser chamado de Largo do Palácio, abrigando a sede dos capitães generais e passando por uma série de transformações. Depois de ser ocupado também pela Secretaria de Educação, o prédio foi devolvido em 1954 à Companhia de Jesus, e a partir daí todo o conjunto arquitetônico foi reconstituído.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Pátio do Colégio
circa 1862

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012001.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Matarazzo
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Matarazzo ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012002.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Itália
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Italiano ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012003.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Inglaterra
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Inglês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012004.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão França
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Francês ; Centro
1922

Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ATK012005.jpg
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Pavilhão Japão
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Thiele & Kollien
Pavilhão Japonês ; Centro
1922

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Documentos, Obras e Objetos

Gêneros documentais

Técnicas

Suportes